No programa Noite das Estrelas, da CMTV, o despejo iminente de Nuno Homem de Sá por falta de pagamento de rendas, uma informação revelada em exclusivo pelo Dioguinho, esteve em destaque.
O caso foi analisado pelo jurista Rui Pereira, que esclareceu os detalhes legais da ordem de despejo decretada pelo tribunal.
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Maya iniciou a conversa contextualizando a situação do ator, que já enfrenta duas acusações de violência doméstica. “O Nuno Homem de Sá já recebeu a ordem de despejo da casa onde vive desde 2013. A falta de pagamento de renda já é superior a 30 mil euros. Isto foi decretado há dois dias”, explicou a apresentadora.
Rui Pereira começou por clarificar que a condenação ocorre no âmbito de um processo civil e não criminal, sendo motivada por “um número elevado de rendas em atraso“. O jurista detalhou os passos seguintes: “Ou o Nuno Homem de Sá, isto é, o arrendatário, sai espontaneamente, em princípio no prazo de 30 dias, porque, pelos vistos, não está a acontecer, ou então é despejado coercivamente”.
O comentador explicou que, num cenário de execução coerciva, um agente de execução (advogado ou solicitador) desloca-se à residência “e, se necessário, arrombando a porta, mudando a fechadura, com a assistência da polícia, faz o despejo”. Rui Pereira garantiu que o ator é avisado com antecedência e tem 30 dias para retirar os seus pertences, caso contrário, “as coisas ficam à guarda depois do proprietário e são devolvidas”. Sobre a dívida acumulada, o jurista sublinhou: “O facto de haver despejo não implica que não haja o dever de pagar as rendas em atraso”, embora tenha admitido que, com a insolvência e a falta de remunerações fixas, “será muito difícil” o senhorio reaver o dinheiro.
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Léo Caeiro comentou a ausência de soluções do ator, justificando a situação com a quebra de rendimentos. “O Nuno Homem de Sá deixou de fazer novelas, deixou de ter uma fonte de rendimento e, por isso mesmo, não tinha forma, nem hipótese de pagar esta renda”, afirmou, embora Maya tenha recordado que o problema começou quando este ainda estava no ativo.
Os restantes comentadores, como Gisela Serrano e Sílvia Botelho, também partilharam as suas perspetivas. Gisela foi crítica em relação à gestão financeira do ator, afirmando que a dívida resulta de um comportamento continuado: “Ele deixou-se andar e aí está o resultado”.
Sílvia Botelho focou-se no impacto das polémicas judiciais na carreira de Nuno Homem de Sá. “É um ator super reconhecido. De repente, a vida dele deu uma viravolta tão grande, cheia de processos em tribunal, com estas questões expostas do ponto de vista privado e financeiro”, refletiu. A comentadora sublinhou que a falta de gestão financeira e o mediatismo dos casos de violência doméstica “arrasam, de repente, com a vida de uma carreira enorme”.