O canal oficial iraniano alegou que o elemento mais novo da família presidencial tem estado a ser vigiado e estabeleceu um prémio financeiro para a sua execução.
O Serviço Secreto dos Estados Unidos, organismo responsável pela proteção do presidente Donald Trump e do seu círculo familiar, abriu uma averiguação após a divulgação de um vídeo na televisão estatal do Irão que projeta o homicídio de Barron Trump, o filho mais novo do líder republicano, atualmente com 20 anos.
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O porta-voz da agência de segurança, Nate Herring, confirmou oficialmente a atenção dada ao caso através de um comunicado enviado por correio eletrónico: “O Serviço Secreto dos EUA tem conhecimento do vídeo e investiga tudo o que seja percebido como ameaça contra as pessoas sob nossa proteção“. O responsável adiantou ainda que os procedimentos operacionais e detalhes da investigação não serão revelados ao público por motivos estritos de segurança.
A peça televisiva com a duração de três minutos, transmitida pela estação estatal de Teerão, alegava que o jovem tem sido alvo de uma monitorização contínua. Durante a transmissão, foi avançada uma oferta financeira de 10 milhões de dólares (cerca de 9,2 milhões de euros) destinada a quem concretizasse o assassinato de Barron Trump.
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Esta ocorrência surge na sequência de informações avançadas pela agência Reuters, que reportou a partilha de relatórios de inteligência de Israel com os Estados Unidos sobre planos iranianos para alvejar o próprio Donald Trump.
Essa ameaça levou a medidas excecionais de proteção, como a troca não divulgada de aeronaves no regresso do chefe de Estado norte-americano a Washington, após a cimeira da NATO decorrida na Turquia, ocasião em que o governante assumiu estar no topo das prioridades hostis do regime de Teerão.