O ícone da música country partiu rodeada pelos familiares mais próximos, deixando um legado marcado pelo talento e filantropia.
A causa da morte de Dolly Parton, que faleceu esta terça-feira aos 80 anos, foi confirmada oficialmente pela equipa da artista através de uma declaração pública. A consagrada estrela da música country norte-americana perdeu a vida na sequência de “uma breve batalha com um cancro“, tendo falecido no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, em Nashville, “rodeada dos seus entes queridos”.
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Os representantes da cantora prestaram um tributo emotivo ao seu percurso humano e artístico: “A nossa amada Dolly Parton passou a sua vida e carreira a trazer alegria, gargalhadas, esperança e integridade a tudo aquilo em que tocava. A sua inigualável generosidade impactou a vida de inúmeras pessoas que ela nunca conheceria e, mesmo assim, ela estava sempre lá para ajudar“.
A nota oficial recordou a vasta obra solidária da intérprete, com particular ênfase para “os milhões de livros que doou” através da fundação Imagination Library, o donativo atribuído para a investigação da vacina contra a covid-19 e “o amor incondicional que ela tinha por todas as pessoas“.
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A notícia do desaparecimento da artista, mundialmente aclamada por clássicos como “Jolene”, “9 to 5” ou “I Will Always Love You“, começou por ser avançada pelo seu sobrinho, Bryan Seaver. O falecimento acontece cerca de um ano após a perda do seu marido, Carl Dean, com quem partilhou quase seis décadas de casamento.