Carlos Castro foi assassinado por Renato Seabra há 15 anos, num hotel em Nova Iorque.
O crime, que chocou o país, volta agora a ser tema de conversa, com amigos próximos a revelarem detalhes sobre a obsessão do cronista com a sua própria morte e a forma como a terá antecipado.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
O caso ganhou nova vida no passado domingo, 23 de agosto de 2026, durante a emissão do programa ‘Portugal Criminal’.
Leia também: “Eu estou-me a passar”: Joana Latino tem ‘ataque’ de nervos em direto com Rui Simões
Fernanda Dias, amiga de longa data, lembrou as palavras do cronista: “Nova Iorque sempre foi a cidade dele e ele sempre disse, de facto, que gostaria de morrer em Nova Iorque”, contou, acrescentando que Carlos Castro “falava muito na morte, de como iria morrer”.
Abel Dias, outro amigo, atirou que Carlos Castro via a sua morte de forma semelhante à de outros conhecidos, que sucumbiram a assassínios ou à SIDA. “O Carlos achava que um dia, se calhar, a morte dele também seria uma coisa parecida, porque ele metia-se por sítios que eram difíceis de se andar. Metia-se com gente que não conhecia muito bem e arriscava”, detalhou.
Leia também: Cláudio Viana: Sabe porque o ex-‘Casa dos Segredos’ está impedido de ver o filho? 2 anos afastado
O próprio Carlos Castro já tinha abordado o assunto publicamente. Em 2001, uma década antes do crime, admitiu numa entrevista que “sabia que iria morrer assassinado”. Em 2010, um ano antes do fatídico desfecho, chegou a proferir: “Morro em Nova Iorque”.
Cláudio Montez recordou a última festa de aniversário do amigo. “Ultimamente, falava muito na morte. Aliás, os 65 anos que comemorou num restaurante em Lisboa, foi no sentido de ser o último aniversário dele”, partilhou. Meses depois, Carlos Castro era encontrado morto em Nova Iorque.