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Georgina Rodríguez volta a pôr muro entre família Aveiro e clã Ronaldo. Aconteceram ‘coisas muito graves’

O programa V+ Fama analisou a divisão entre Georgina Rodríguez e a família Aveiro durante o jogo da seleção nacional no Mundial e debateu os motivos deste afastamento.

No V+ Fama de hoje, dia 29 de junho, Adriano Silva Martins trouxe para cima da mesa mais uma polémica.

O apresentador abordou a ausência de união familiar nas bancadas durante o recente jogo da seleção nacional, destacando que Georgina Rodríguez e a restante família de Cristiano Ronaldo assistiram à partida em camarotes separados.

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A análise começou por apontar a distância entre as partes envolvidas: “Georgina Rodríguez voltou a pôr um muro entre a família Aveiro e o resto da comitiva do clã, porque, por um lado, estava Georgina Rodríguez com os seus amigos, e também Cristianinho, e do outro lado estava então Dolores Aveiro, Katia Aveiro, Elma Aveiro, Andrade e o resto da família”. Contudo, houve um elemento que procurou atenuar esta divisão. Dinis, filho de Katia Aveiro, deslocou-se até ao camarote de Georgina. O comentador Pedro Capitão descreveu a atitude do jovem de forma irónica: “Vem aqui em missão de paz como embaixador”.

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Pedro Capitão sublinhou ainda que “há aqui uma crispação entre estes membros”, e que Dinis acabou por assumir o papel que antes pertencia à mãe: “a Katia já tinha tentado fazer aqui este trabalho. Agora passou aqui o testemunho ao filho para tentar apaziguar um bocadinho os ânimos”.

Para Pimpinha Jardim, a presença de Dolores Aveiro é fundamental, referindo-se a ela como a “grande matriarca” e uma “peça-chave daquela família”. A comentadora confessou ser uma seguidora atenta de todo o clã nas redes sociais e defendeu a criação de uma série documental sobre a família Aveiro, que, na sua opinião, “era sem dúvida nenhuma uma série com grande sucesso”.

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O debate também explorou os motivos subjacentes a esta separação. Pedro Capitão considerou a situação “constrangedora” e sugeriu que esta “luta constante a união desta família” pode afetar o jogador: “Eu acredito que a Dona Dolores se calhar conseguiria unificar aqui toda a família num todo, como é o grande pilar da família Aveiro”. O comentador admitiu ainda que gostaria de “entrar dentro da cabeça de Georgina e tentar perceber o que é que se passa ali dentro”, pois acredita que “seja a Georgina a criar este muro entre a família do Cristiano”.

António Leal e Silva interveio com uma perspetiva diferente, rejeitando a ideia de que a decisão seja unilateral. “Eu não acredito que a Georgina tome atitudes e tome decisões sem o apoio de Cristiano Ronaldo. A Georgina é uma mulher empoderada, independente, mas o foco, o comando… é Cristiano Ronaldo”, afirmou. O comentador criticou a situação, considerando que “não é de bom tom as famílias estarem separadas”, e apontou uma falha numa publicação de Georgina nas redes sociais, onde a modelo usou a palavra “família” para descrever o seu grupo, argumentando que “família são todos. Isso não é uma família, é a família dela”.

Apesar das tensões abordadas, todos os comentadores realçaram o lado acolhedor da família Aveiro. António Leal e Silva destacou que “a família Aveiro sempre foi super querida e super simpática” consigo, acrescentando que é natural existirem dificuldades na integração de alguém novo num clã tão unido: “São pessoas que cresceram juntas, que sempre estiveram juntas, que lutaram juntas… E ao aparecer uma pessoa estranha num clã, é sempre complicado”.

A conversa terminou com Adriano Silva Martins a reiterar que, apesar de tudo, “aconteceram coisas graves”, ressalvando que “não estou a atacar o clã Aveiro. Mas que aconteceram, aconteceram”.

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