Geral

Gonçalo Ramos abre o jogo sobre o Mundial 2026 e a decisão de Roberto Martínez…

O jogador da Seleção Nacional revela o que sentiu após não ter jogado contra a Espanha, apesar do golo decisivo.

Gonçalo Ramos quebrou o silêncio sobre um dos momentos mais controversos do Mundial de 2026.

O avançado do AC Milan e da Seleção Nacional abordou a decisão de Roberto Martínez, então selecionador e que o artigo identifica como o antecessor de Jorge Jesus no torneio daquele verão, de o deixar no banco durante o crucial jogo dos oitavos de final contra a Espanha. Essa partida, recorde-se, ditou o afastamento de Portugal da competição.

GoogleTornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google

A polémica decisão de Martínez surgiu depois de Ramos ter sido decisivo. O seu golo frente à Croácia tinha garantido o apuramento para aquela fase da prova.

Leia também: Cláudio Ramos arrasa desigualdade de castigos no «Big Brother All Stars»: “O Francisco não é inocente”

A revelação aconteceu num programa da Sport TV, que foi para o ar na quarta-feira, 30 de setembro de 2026. Luís Freitas Lobo, o anfitrião, confrontou o jogador: “Algum treinador te deve um pedido de desculpas? Por uma razão muito simples, nesse jogo entraste a 10 minutos do fim e fizeste o golo, no jogo seguinte nem um minuto e estávamos a precisar de marcar”.

Com um sorriso nervoso, Gonçalo Ramos hesitou antes de responder. “Provavelmente, sim”, atirou, explicando que “a ideia do jogo seguinte contra a Espanha era eu entrar no prolongamento”.

Leia também: Francisco Monteiro ataca Daniela Santos e Jéssica Galhofas não perdoa… “É tudo menos esse tipo de pessoa!”

Apesar da justificação, o jogador não escondeu a insatisfação com a escolha do técnico catalão. “Claro que naquele jogo estava 0-0 até ao último minuto, acabámos por ser infelizes e perdemos no fim. A probabilidade de existir um prolongamento é sempre baixa”, lembrou. Ramos sublinhou o paradoxo de um jogador “motivado que acabou por ‘levar’ – claro que não fui eu sozinho, é um trabalho de equipa – com um golo a equipa à próxima fase… não jogar e nem sequer ter oportunidade de ir lá para dentro”.

Contudo, Ramos garantiu que não guarda rancor. “Acabo por vir para casa – e talvez o ‘mister’, não sei, não falei com o ‘mister’ sobre isso – com um sabor agridoce”, admitiu. O avançado acredita que, “se calhar, se fosse hoje, o ‘mister’ teria feito de maneira diferente. Mas acho que estamos bem resolvidos todos, não há que ficar chateado, temos de perceber as decisões, mas tinha de ter entrado sem dúvida”.

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo