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A saúde e as escolhas pessoais dominaram grande parte da entrevista de Gustavo Santos a Flávio Furtado.
O fundador do movimento Acorda defendeu que a genética e a sorte têm uma influência mínima na saúde, responsabilizando as emoções pelo aparecimento de doenças graves. Para o autor, o cancro é sobretudo uma condição emocional motivada por raiva, rancor e falta de amor próprio.
Relembrando as declarações polémicas sobre Nuno Markl no passado, Gustavo Santos garantiu que não se arrepende de nada do que disse e considerou que acabou por ser mais amigo do radialista do que as pessoas que lhe eram próximas, servindo como um espelho para a realidade.
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O excesso de peso foi outro dos temas abordados, com o convidado a manter a sua visão inflexível sobre o assunto: “Não há um gordo saudável, não há um gordo feliz”.
Durante a conversa, revelou ainda que não vacina os filhos por opção. Considerou que administrar a vacina do tétano a crianças é uma estupidez absoluta e justificou a decisão com o facto de a humanidade já não viver nas mesmas condições de falta de higiene e saneamento básico de há vários séculos, defendendo que um sistema imunitário forte aliado a boas emoções é a única prevenção necessária.
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