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Este sábado, 16 de maio, Marco Costa, o conhecido pasteleiro que o país acompanha, escolheu as suas redes sociais para partilhar uma reflexão profunda e sincera.
Aos 35 anos, o empresário mostrou que o avançar da idade, com todas as suas marcas, não é algo que o assuste, mas sim motivo de orgulho e gratidão.
O empresário foi direto ao assunto, deixando claro que não teme as marcas do tempo: “Sem Filtros. Não tenho medo das rugas. Elas não chegaram para me roubar beleza, vieram para escrever em mim as histórias que sobreviveram ao tempo. Cada linha no meu rosto é uma estrada por onde a vida passou. Algumas nasceram de lágrimas, outras de gargalhadas demoradas, e há as que ficaram de tanto insistir em continuar”.
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A sua reflexão não se ficou pelas rugas, estendendo-se também à barba, que já começa a ficar branca. Para Marco Costa, este é mais um sinal de vida e superação: “Não escondo a barba branca. Ela não anuncia o fim, anuncia caminho. Anuncia manhãs vencidas, quedas ultrapassadas, dias em que pensei desistir e mesmo assim fiquei. Não tenho problema em envelhecer. Problema seria não viver o suficiente para ver o tempo pousar sobre mim com mãos lentas e honestas”.
Marco Costa sublinhou ainda que, para ele, envelhecer é muito mais do que perder a juventude; é um privilégio de acumular: “Porque envelhecer não é perder juventude. É ganhar memória. É colecionar nomes, amores, despedidas, é carregar no peito o peso bonito de quem existiu por inteiro. Há quem lute contra o espelho. Eu não. Olho para mim como quem olha uma árvore antiga: marcada pelo vento, forte pelas tempestades, bonita justamente porque o tempo passou por ela”.
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A fechar a sua partilha, o Ex-Casa dos Segredos 2 deixou uma frase que encapsula toda a sua filosofia face ao tempo: “As rugas ficam. Os cabelos embranquecem. O corpo abranda. E ainda bem. Porque envelhecer é o privilégio silencioso de quem continua vivo”.
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