Joana Latino e Liliana Campos consideram que as graves acusações deveriam ser devidamente explicadas ao público.
As circunstâncias da saída de Rui Oliveira da CMTV continuam envoltas em mistério e suspeitas, um tema que não escapou à análise do «Passadeira Vermelha». As alegadas agressões que terão ocorrido nos bastidores e as referências a uma “vítima” num comunicado oficial feito diretor-geral editorial do grupo Medialivre – Carlos Rodrigues –, foram alvo de discussão intensa por parte dos comentadores.
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Hugo Mendes lembrou a gravidade das palavras usadas na altura da polémica. “O comunicado fala em vítima. (…) Se falava sim em sequestro, no sentido de ter entrado no camarim, alegadamente tinha entrado no camarim e trancado a porta“, recordou o comentador, sugerindo que a palavra “vítima” devia ser alvo de clarificação para não prejudicar a imagem dos envolvidos.
Joana Latino mostrou-se particularmente incomodada com o silêncio que se instalou sobre o caso. “O que se passou com a Luciana num camarim fechado, isso nós não sabemos, mas por acaso eu acho que tínhamos todo o direito de saber“, defendeu a jornalista, acrescentando: “Eu não consigo admitir para mim própria que esteja aí a circular no ar a ideia de que nesta história há uma vítima de alguém, pelos vistos. E portanto quero isto esclarecido, porque eu também não compreendo como é que a CMTV ou a Luciana não avançam juridicamente“.
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Liliana Campos corroborou a opinião da colega de painel, criticando a entrevista recente de Rui Oliveira por não dissipar as dúvidas.”, rematou a apresentadora.