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José Castelo Branco recusa voltar após trauma: “Foi preciso ir a Portugal para me tentarem destruir”

O socialite recebeu um convite para regressar, mas o medo fala mais alto. A viver em Nova Iorque, Castelo Branco diz que é uma "fénix" e revela o plano para reencontrar o filho e a neta longe de terras lusas.

José Castelo Branco continua a viver nos Estados Unidos, longe das polémicas judiciais que marcaram a sua última estadia em solo nacional, e parece não ter qualquer intenção de regressar tão cedo, apesar de ter convites em cima da mesa.

Em declarações à revista Nova Gente, o socialite abriu o coração sobre as feridas que ainda estão por sarar, confessando que a experiência recente no seu país natal deixou marcas psicológicas profundas: “Eu fiquei muito traumatizado com Portugal. Convidaram-me há uns dias para lá ir, mas ainda estou a decidir. Toda a situação por que passei mехеu com а minha vida”, admitiu.

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Para o “conde”, a última visita não foi apenas conturbada, foi um ataque pessoal orquestrado: “Foi preciso ir a Portugal para me tentarem destruir”, atirou, referindo-se implicitamente ao escândalo de violência doméstica.

No entanto, fiel ao seu estilo, José Castelo Branco deixou um aviso aos seus detratores, garantindo que a sua resiliência é superior a qualquer ataque: “É claro que eu não deixo, porque sou uma fénix, e é isso que irrita os invejosos”, afirmou.

Apesar da mágoa com o país, existe um laço afetivo que continua a puxar o seu coração para o outro lado do Atlântico: a família.

O socialite não esconde que a distância do filho, Guilherme, e da neta, Constança, é a parte mais dolorosa deste exílio autoimposto: “Tenho muitas saudades, e tenho falado muito com ele (…) O Guilherme e a Constança são o que mais me prende a Portugal”, confessou.

Para mitigar a distância, está a ser planeado um reencontro familiar já para o próximo mês, mas desta vez em solo americano, evitando assim o regresso de Castelo Branco a Lisboa: “Está a pensar vir cá em fevereiro”, revelou, embora admita que a logística não é simples.

“Ainda não sei se vai conseguir, estamos a combinar as coisas, porque ele tem de se organizar devido à filha. Uma coisa era ele vir sozinho, metia-se num avião e vinha. Outra coisa é vir com a família, é mais difícil”, concluiu.

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