No programa V+ Fama, Adriano Silva Martins trouxe a debate uma recente publicação de Katia Aveiro, que foi interpretada como uma resposta aos comentários feitos no dia anterior sobre a relação entre a família Aveiro e Georgina Rodríguez.
A emissão não deixou margem para dúvidas e o painel fez questão de esclarecer as suas declarações iniciais.
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O apresentador começou por contextualizar o momento, exibindo o vídeo onde Katia Aveiro ironiza sobre a alegada separação familiar. “Diz a Katia que eles disseram que estamos de costas voltadas. Nós não dissemos isso. Atenção, nós o que dissemos é que achávamos estranho que a dona Dolores estivesse de um lado e a Georgina estivesse do outro”, clarificou Adriano Silva Martins, vincando que, através de diversas fontes, é sabido que a relação entre ambas “não é assim tão fluida”.
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António Leal e Silva tomou a palavra para enviar cumprimentos a Katia Aveiro, mas não deixou de lhe dirigir um conselho. “É bom a Katia vir dar estas explicações para as pessoas ficarem mais esclarecidas. Só lhe fica bem. Mas o que a Katia também devia perceber (…) é que nós aqui baseamo-nos na informação que nos chega“, afirmou o comentador, pedindo ainda que fossem tratados pelos nomes, em vez de “eles”. O comentador reforçou que o programa apenas constatou a estranheza de não estarem todos no mesmo espaço durante o Mundial.
A relação nem sempre pacífica entre Georgina e a família Aveiro foi corroborada por Pedro Capitão, que apelidou a situação de um “braço de ferro” que começou bem, mas que rapidamente se tornou “um carro desgovernado”. O comentador relembrou um episódio polémico do passado: “Uma das notícias que (…) fez correr muita tinta na imprensa foi quando, falsamente, a dona Dolores foi acusada de recorrer a práticas ancestrais da Wicca”.
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Marta Aragão Pinto adotou um tom mais apaziguador, sugerindo que a separação nos camarotes poderia ter a ver com “dinâmicas diferentes” das famílias, lembrando também o papel exigente que Georgina assumiu ao tornar-se mãe das crianças que eram, em parte, responsabilidade de Dolores. Ainda assim, defendeu que, de fora, “gostaríamos de ver a família toda no mesmo camarote, a torcer toda pelo Cristiano Ronaldo”.
Para rematar a análise, Adriano Silva Martins revelou dois episódios de tensão entre as partes. O primeiro remonta à altura em que Dolores Aveiro sofreu um AVC, antes da pandemia de Covid-19, altura em que Georgina terá exigido arrendar uma casa à parte na Madeira, recusando ficar com toda a família.
O segundo caso envolveu um convite da família a Merche Romero para apresentar um evento de moda na ilha, algo que Georgina interpretou como uma “afronta”.