No programa V+ Fama de hoje, dia 8 de maio, António Leal e Silva, Isabel Figueira e Guilherme Castelo Branco debateram a mais recente confissão de Lili Caneças sobre o trágico caso de Carlos Castro.
O cronista perdeu a vida em 2011, em Nova Iorque, num crime cometido por Renato Seabra.
Adriano Silva Martins abriu o tema recordando que, numa recente entrevista à revista Nova Gente, a socialite afirmou ter pressentido a morte do amigo, avisando-o do perigo na gala do Abraço, a 1 de dezembro desse ano.
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António Leal e Silva começou por analisar estas declarações, garantindo que o alerta fez sentido, atirando: “A entrevista da Lili pode ser interpretada de várias maneiras, como é óbvio. Isto é uma entrevista muito engraçada. Eu não tenho por hábito estar a rebater ou estar a contradizer declarações feitas pelas pessoas, porque as pessoas sabem o que dizem, e a Lili tem esta forma muito peculiar, muito interessante e muito divertida de se exprimir”.
O comentador prosseguiu, recordando que, naquela altura, Renato Seabra tinha uma postura distante em relação a Carlos Castro e que a relação de ambos não era vista com bons olhos pelos mais próximos, afirmando: “O Carlos apresentava como companheiro, namorado, o nome que quiserem dar. E o miúdo não dizia nada e o Carlos estava a falar com a Lili”.
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A falta de empatia aparente entre o casal levou Lili Caneças a agir. O cronista chegou a partilhar que o jovem estaria apaixonado pelo seu intelecto, algo que deixou a amiga desconfiada. António detalhou esse momento da história: “A Lili, que é uma mulher com os pés no chão e que o conhece muito bem, e que tem vida, e que tem mundo, virou-se para ele, como ela diz na entrevista, e agarrou-o. Homem, olha, tu estás para aí, tens juízo e cai na real, porque isto não passa de um filme que vai acabar, e se tu continuares para aqui, isto não vai acabar bem”.
Apesar da previsão e de a conhecida socialite afirmar tratar-se de um pressentimento mediúnico, a análise dos presentes recaiu na capacidade humana de Lili perante uma relação pouco provável. Isabel Figueira concordou com a estranheza do casal, referindo que as dinâmicas entre os dois na altura justificavam o alarme de qualquer amigo.
Guilherme Castelo Branco abordou outro ponto da entrevista e teceu fortes elogios à capacidade de comunicação da convidada dos eventos sociais, destacando que consegue sempre captar a atenção do público: “O que eu acho é que é interessantíssimo e que já disse inúmeras vezes é que a Lili é uma contadora de histórias exímia. A forma como ela conta a história tem graça. Ela no fundo, acaba por ficar a protagonista da história”.
António Leal e Silva e Adriano Silva Martins concordaram que Lili tem uma visão quase romântica do mundo, conseguindo transformar cenários banais em momentos mágicos, com o apresentador a encerrar o assunto deixando um elogio direto: “Graças a Deus que a Lili existe para nos embelezar a vida”.