No programa da SIC Caras, a jornalista não poupou nas palavras à gestão de imagem da jovem, afirmando que a colocam num papel de “boneca insuflável”.
Magui Corceiro abordou recentemente um dos maiores rumores que circulam sobre a sua vida pessoal onde, a atriz confessou que a especulação em torno das suas companhias já atingiu proporções surreais, desabafando sobre a ideia de que a sua intimidade é encenada. “O mais louco que inventaram sobre mim (…) é que vários amigos que tenho, várias relações, são ‘relações inventadas para gerar mediatismo’“, revelou.
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O assunto esteve em destaque no programa «Passadeira Vermelha», da SIC Caras, conduzido por Liliana Campos, onde o painel de comentadores analisou as declarações e, Joana Latino tomou a palavra e traçou um paralelismo com a indústria do entretenimento norte-americana, onde este tipo de acordos é comum. “Nos Estados Unidos há anos que há relações que são PR [Relações Públicas], que são apenas contratos, que há zangas entre artistas que são contratos, que há amizades que dão jeito para promover determinados trabalhos“, explicou, referindo que em Portugal ainda se vive num cenário de “meias tintas”.
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Para Joana Latino, a jovem atriz está, de facto, envolvida numa “muito eficiente e muito trabalhadora máquina de marketing“, mas a falta de alinhamento entre a gestão profissional e as publicações pessoais da própria gera ruído. É esta falha, segundo Joana Latino, que leva as pessoas a duvidarem da veracidade de envolvimentos com nomes como João Félix ou Lando Norris. “O público (…) tem toda a legitimidade para achar, perante o óbvio do contrato de determinadas coisas, tem todo o direito de achar que tudo o resto também é contrato“, atirou.
Sem papas na língua, a comentadora direcionou duras críticas à equipa que gere a carreira de Magui Corceiro, condenando a forma como a sua imagem tem sido projetada publicamente, especialmente numa época marcada pelo empoderamento feminino. “Não sei quem é que é o palhaço que anda a fazer a estratégia de marketing (…) das relações amorosas da Magui Corceiro“, disparou de forma implacável. “Aparece sempre permanentemente como a mulher objeto, a boneca insuflável, a loira padrão do olhinho azul que está ali para servir o homem, seja ele o jogador de futebol ou o piloto de Fórmula 1“, rematou a jornalista.
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