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Manuel Luís Goucha e João Patrício desvendam ‘Fora do Baralho’. Conheça as «cartas»

O programa, que estreou a 26 de setembro de 2026, é descrito como uma "caixa de surpresas" onde convidados e momentos imprevisíveis marcam a tarde.

Manuel Luís Goucha e João Patrício estrearam-se no comando do ‘Fora do Baralho’ no sábado, 26 de setembro de 2026, e logo na abertura da emissão desvendaram as dinâmicas do novo formato.

João Patrício admitiu que o público estaria a questionar-se sobre a natureza do programa. “Imagino que em casa e aqui as pessoas também estão a pensar: mas afinal, o que é isto?”, atirou. O apresentador fez uma analogia divertida, lembrando que não podia dizer “Façam o favor de sentar-se”, pois isso o levaria para “outras realidades”, como um tribunal. “É natural que sejam aqui a interrogar-se afinal o que é o ‘Fora do Baralho’. O Manel explica”, rematou.

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Manuel Luís Goucha adiantou que o programa é uma caixa de surpresas. “O ‘Fora do Baralho’ é tudo aquilo que nós podemos estar à espera ou não”, disse. O apresentador descreveu-o como “um programão de cabo”, repleto de convidados inesperados e momentos imprevisíveis. A chave para tudo, explicou, reside num baralho de cartas que dita o rumo da tarde.

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João Patrício reforçou a ideia, explicando que as cartas que surgem do baralho “vão determinar o que vai acontecer”. Deu o exemplo da carta do amor, que significa que “tudo pode acontecer”. Goucha aproveitou para perguntar ao colega: “Como é que você vai de amores?”. Patrício respondeu prontamente: “Eu tenho-te a ti na minha vida”.

Goucha sublinhou a importância do sentimento. “O amor está presente neste programa, o amor por si que está em casa, o amor por vocês. Há muitas categorias de amor e hoje o amor vai estar presente numa das cartas ou em várias cartas”, garantiu.

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Ao longo da emissão, outras cartas foram reveladas. A carta da Dança, por exemplo, levou Goucha a brincar: “Não, não, isto para mim não serve”. Patrício concordou, admitindo que também não se arriscaria.

A carta do Convidado/a indicou que “hoje vamos ter alguém, provavelmente”, enquanto a carta do Humor trouxe à conversa a importância de rir. “Não se vive sem humor”, declarou João Patrício. Goucha reforçou: “A vida sem humor não tem graça nenhuma”. Patrício concluiu que “o humor, tal como o amor, salva-nos”.

Os apresentadores explicaram que as cartas definem as várias sequências do que Goucha classificou como “um programa alucinante”.

Uma das cartas mais intrigantes, o Joker, pode surgir a qualquer momento, sem que seja preciso tocar no baralho. “Sempre que esta carta sair ao longo da tarde quer dizer que nós vamos ficar ainda mais próximos do público”, revelou Goucha.

João Patrício detalhou que o objetivo é que o programa “se sinta também no exterior”. A “Joker” é, na verdade, uma pessoa: Marta Carolina. “Quando soubemos que ela se chamava Marta Carolina, achámos sempre que era Marta Carolina”, contou Patrício, referindo-se ao nome que consideram “absolutamente extraordinário”.

Goucha, em tom de brincadeira, sugeriu outros nomes inspirados em arroz: “Daí eu poderia chamar Marta Basmati, por exemplo, Marta Agulha, não é? Marta Arbóreo. Ai não, Marta, a ser arbóreo”. Marta Carolina, com humor, perguntou: “Eu posso ser um arroz?”.

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