Marcelo Palma defende namorada de Maycon Douglas de ataques: “Acho muito feio o que fizeram”
Durante a entrevista no Dois às 10, Marcelo esclareceu que não foi o primeiro a reconhecer o corpo, tarefa que coube ao melhor amigo através de tatuagens. O convidado pediu "empatia e solidariedade" em vez de ódio nas redes sociais.
Marcelo Palma esteve no programa Dois às 10 desta sexta-feira, 30 de janeiro, para falar sobre o doloroso processo de despedida do seu amigo Maycon Douglas.
Para além de relatar a dor do luto, o agente funerário aproveitou a oportunidade para deixar um recado sério aos críticos que têm atacado a atual companheira de Maycon nas redes sociais.
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Marcelo classificou o comportamento do público como desrespeitoso, sublinhando que os sentimentos de Maycon devem ser validados, independentemente do rótulo da relação: “Olha, posso dizer, e eu já vinha com isso também na cabeça, não é que eu deva algo a alguém, mas acho muito feio o que fizeram. Eu não conhecia a companheira do Maycon, nunca falei com ela, mesmo depois disso nunca falei, porque também estive numa luta e ela também há de estar na dela. Mas eu acho que acima de tudo é respeitar. Porque não vamos aqui discutir se o Maycon assumiu ou não como namorada, isso são outros trezentos. O Maycon efetivamente estava com ela, portanto, ele gostava dela, tinha sentimentos por ela, e acho que é só respeitar a maneira dela estar e de ser.”
Cristina Ferreira reforçou que a decisão final foi apenas de Maycon, ao que Marcelo acrescentou uma lista de pessoas que não devem ser culpabilizadas, pedindo empatia generalizada: “Nem a mãe, nem a namorada, nem o melhor amigo, nem a Renata, nem a Nufla, nem o Rúben, nem eu, nem ninguém tem culpa. Portanto, eu vi muita crítica a estas pessoas que eu falei, porque cada um teve a sua maneira de estar e de ser, porque realmente cada um é diferente, somos todos diferentes uns dos outros. Cada um lidou da maneira que sabe e da maneira que sente, e eu acho que isso é de ser respeitado. É só isso que eu peço às pessoas. Isto não é um momento de ataque, é um momento de empatia, de solidariedade.”
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