Marco Costa não escondeu a tristeza este sábado, logo após serem anunciados os resultados das Marchas Populares de Lisboa, que deram a vitória a Alfama.
O empresário, que apadrinhou a Marcha do Alto do Pina ao lado de Teresa Guilherme, fez questão de sublinhar o orgulho pelo trabalho da sua equipa, apesar da desilusão.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
Nas redes sociais, Marco Costa começou por recordar o esforço de meses por trás da apresentação do bairro: “Meses de trabalho. Meses de dedicação. Meses de entrega. Uma marcha que tem menos condições, menos orçamento e menos recursos do que muitas outras, mas que nunca tem menos vontade, menos coração ou menos ambição.”
Leia também: “Foste um excelente jogador (chato)”: Jéssica Galhofas elogia Afonso e critica Catarina Miranda
O padrinho da marcha admitiu que a derrota “dói“, mas garantiu que tudo foi feito para alcançar o melhor resultado. “Como padrinho, tive o privilégio de viver tudo de perto. De ver pessoas fazerem das dificuldades força. De ver um bairro inteiro lutar para brilhar no pavilhão e na avenida. Ontem não alcançámos o resultado que desejávamos. Dói. Mas não tenho dúvidas de que fizemos tudo, absolutamente tudo, o que estava ao nosso alcance. E isso também é motivo de orgulho”, escreveu.
Apesar da dor pela classificação, o pasteleiro fez questão de reforçar a sua ligação ao Alto do Pina. “Hoje estou triste. Mas estou, acima de tudo, orgulhoso de pertencer ao Alto Pina. Orgulhoso da garra, da união e do querer desta gente.”
Leia também: João Cancelo recorda o ‘feito especial’ de vencer as principais ligas: “Tinha mais ambição”
E deixou no ar o seu futuro nas Marchas Populares. “Não sei se voltarei a marchar. Mas uma coisa tenho a certeza: o meu coração será sempre Alto Pina. E se não for por eles, não marcharei por mais ninguém”, rematou.