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Marco Costa ameaça abandonar Marchas: “Se não for por eles, não marcharei por mais ninguém”

pós a vitória de Alfama, Marco Costa sublinha que o Alto do Pina lutou com tudo o que tinha e que isso também é motivo de orgulho

Marco Costa não escondeu a tristeza este sábado, logo após serem anunciados os resultados das Marchas Populares de Lisboa, que deram a vitória a Alfama.

O empresário, que apadrinhou a Marcha do Alto do Pina ao lado de Teresa Guilherme, fez questão de sublinhar o orgulho pelo trabalho da sua equipa, apesar da desilusão.

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Nas redes sociais, Marco Costa começou por recordar o esforço de meses por trás da apresentação do bairro: “Meses de trabalho. Meses de dedicação. Meses de entrega. Uma marcha que tem menos condições, menos orçamento e menos recursos do que muitas outras, mas que nunca tem menos vontade, menos coração ou menos ambição.”

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O padrinho da marcha admitiu que a derrota “dói“, mas garantiu que tudo foi feito para alcançar o melhor resultado. “Como padrinho, tive o privilégio de viver tudo de perto. De ver pessoas fazerem das dificuldades força. De ver um bairro inteiro lutar para brilhar no pavilhão e na avenida. Ontem não alcançámos o resultado que desejávamos. Dói. Mas não tenho dúvidas de que fizemos tudo, absolutamente tudo, o que estava ao nosso alcance. E isso também é motivo de orgulho”, escreveu.

Apesar da dor pela classificação, o pasteleiro fez questão de reforçar a sua ligação ao Alto do Pina. “Hoje estou triste. Mas estou, acima de tudo, orgulhoso de pertencer ao Alto Pina. Orgulhoso da garra, da união e do querer desta gente.”

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E deixou no ar o seu futuro nas Marchas Populares. “Não sei se voltarei a marchar. Mas uma coisa tenho a certeza: o meu coração será sempre Alto Pina. E se não for por eles, não marcharei por mais ninguém”, rematou.

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