Margarida Maldonado ‘não queria’ mas lá foi encontrar-se com os Reis de Espanha!
Enquanto Marta Aragão Pinto e Pedro Capitão arrasaram o look, António Leal e Silva saiu em defesa de Margarida e Letícia.
A primeira viagem oficial de António José Seguro como Presidente da República a Espanha ficou marcada pela presença inesperada da sua mulher, Margarida Maldonado Freitas.
A mudança de postura da primeira-dama foi o prato forte do “V+ Fama”, conduzido por Adriano Silva Martins, que não deixou passar em branco o recuo da farmacêutica. “Disse que era farmacêutica, que iria continuar a ser farmacêutica, e que jamais, jamais, jamais seria primeira-dama, mas ontem lá estava ela, colada à rainha Letícia”, começou por enquadrar o apresentador.
António Leal e Silva foi o primeiro a lamentar as declarações iniciais da primeira-dama. “É pena, porque eu acho que as pessoas têm de ponderar muitas vezes quando falam. (…) Ela diz, sem dúvida, que não quer ser primeira-dama (…) e é o direito que lhe assiste. E é pena, porque realmente não é isso que está a acontecer”, atirou o comentador, considerando a ida a Espanha desnecessária para uma primeira visita, mas concordando que é positivo ter alguém no cargo.
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O debate aqueceu quando o painel analisou a postura do casal presidencial. Tanto Marta Aragão Pinto como António Leal e Silva notaram um desconforto evidente. “Senti, tanto da parte do Presidente da República, como da primeira-dama, alguma falta de traquejo social, algum pouco à vontade”, avaliou António, criticando a atitude de António José Seguro durante a mudança da guarda por “andar a olhar para os lados”.
Marta Aragão Pinto concordou e acrescentou: “Senti tanto um como o outro inseguros. Muito inseguros. Não os senti… Sabes quando tu entras numa sala e levantas a cabeça ou baixas? Eles estavam ali a meio. (…) Essa linguagem corporal denuncia uma insegurança e um pouco à vontade”. Apesar das críticas à postura, Marta defendeu a presença da primeira-dama: “Fica muito mais bonito um presidente acompanhado pela sua mulher do que ir sozinho”.
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Depois mudaram a atenção para a escolha do guarda-roupa de Margarida Maldonado Freitas e no contraste com a rainha Letícia de Espanha. António Leal e Silva mostrou-se encantado com a elegância de ambas, deixando apenas pequenos conselhos: “Acho que ela está muito elegante. O vestido é bonito. Fica-lhe bem. (…) Discreta. Falta-lhe ali… Um anelinho, um anel assim simpático”. O comentador elogiou ainda as mangas do vestido (“maravilhosas”) e aconselhou apenas um corte de cabelo até aos ombros para lhe dar um “ar mais jovem”.
No entanto, os restantes comentadores não partilharam do mesmo entusiasmo. Marta Aragão Pinto confessou não ser fã do corte, apelidando o formato de “tipo avó” e apontando o dedo ao comprimento e à falta de cintura da peça.
Ainda mais cáustico foi Pedro Capitão. O comentador não poupou nas críticas e arrasou por completo o look ibérico de ambas as mulheres, recordando a comparação da colega Raquel Costa. “Eu acho que estes vestidos são vestidos de avó completamente. (…) Parecem dois macarrons. O vestido está bom para ser deitado fora porque parecem duas camisas de dormir. Meu Deus”, atirou, sem papas na língua, referindo ainda que a rainha Letícia se fundia com as colunas do Palácio devido à sua palidez.
Apesar das divergências em torno da moda e do protocolo, o painel encerrou a análise concordando que a presença de Margarida Maldonado Freitas no cargo é uma mais-valia para a representação do país no exterior, esperando que a insegurança inicial dê lugar ao “traquejo” com o avançar do mandato.