Matilde Reymão após fim do noivado: “Refugio-me no trabalho e nas viagens”
Comentadores do V+ Fama elogiaram a discrição da atriz após o fim do noivado com Nico Van Gogh

Matilde Reymão destacou-se na recente festa de verão da TVI, onde a sua elegância não passou despercebida.
A atriz, que terminou há pouco tempo o seu noivado com Nico Van Gogh, esteve à conversa com o repórter Pedro Capitão, partilhando pormenores sobre os seus projetos atuais e a sua filosofia de vida.
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No centro da conversa esteve o seu papel como embaixadora do ‘Projeto das Maravilhas’, uma iniciativa que a tem levado a descobrir o país. Pedro Capitão elogiou a atriz, sugerindo que as belezas de Portugal não seriam as mesmas sem a sua presença. Matilde Reymão não escondeu o entusiasmo perante este desafio: “Tem sido uma oportunidade e foi uma oportunidade muito grande que me deram”, começou por dizer. “Sou apaixonada por Portugal, sou portuguesa, e acho que é sempre bom nós mostrarmos aquilo que de bom e de bonito temos em Portugal. E há muitos sítios precisam de ser descobertos. Há muita coisa que temos que ainda não foi vista. Eu própria ainda não tinha tido a oportunidade de conhecer alguns cantos. Tenciono viajar mais, mas tem sido um desafio muito interessante, tem sido um projeto muito, muito gratificante de se fazer.”
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Questionada sobre se o seu mediatismo e talento contribuem para impulsionar o turismo nacional, Matilde Reymão admitiu sentir-se uma figura de ligação: “Sim, como embaixadora, como uma porta-voz, poder ser uma ponte entre o nosso país e as pessoas e poder mostrar e contar histórias”, explicou, acrescentando que “tem sido maravilhoso”. A atriz aproveitou ainda a ocasião para fazer um apelo aos telespetadores: “Convido todos a percorrerem Portugal de norte a sul, do interior ao litoral, às ilhas. Nós temos lugares lindos. Vão visitar as vossas famílias. Eu sei que há muita gente que tem família espalhada por todo o lado. Eu tenho família no Norte, tive a sorte de estar em Mondim de Bastos a filmar. Nós temos que visitar Portugal, nós temos que conhecer Portugal, não precisamos de ir para fora para encontrar beleza.”
Além do ‘Projeto das Maravilhas’, a atriz revelou ter tempo para férias, apesar da sua agenda preenchida. “Acabei agora também de filmar ‘A Madrasta'”, contou, referindo-se à novela que está no ar há cerca de um mês na TVI. Matilde Reymão descreveu-se como uma pessoa que não faz muitos planos, preferindo a espontaneidade. “Vou tirando assim umas férias, vou aqui, vou ali. Eu sou uma pessoa, eu não faço muitos planos, por isso vai surgindo assim devagarinho”, disse. Partilhou ainda uma anedota recente: “Assim que acabei ‘A Madrasta’, liguei à minha mãe e disse assim, olha, queres ir para fora amanhã? Amanhã? Estás maluca? Vou ver, vou hoje. Não há? Depois de amanhã há? Ok, então vamos. Pronto, e é assim que eu vou vivendo a vida.”
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Os comentadores do ‘V+ Fama’ – Adriano Silva Martins, Cláudia Jacques, Guilherme Castelo Branco e António Leal e Silva – analisaram as declarações da atriz e a sua postura após o fim do noivado. Adriano Silva Martins resumiu a situação, indicando que Matilde se tem “refugiado no trabalho e nas viagens e com os amigos”. Cláudia Jacques elogiou a discrição do repórter Pedro Capitão em não abordar o tema da separação, “para não ferir a sua dignidade”. Para a comentadora, a atriz “falou do que importa agora, porque isso já está no passado”, ainda que seja um passado recente e com um luto a fazer.
Cláudia Jacques sublinhou que a melhor forma de lidar com a situação é “não falar das coisas para elas irem desmorcendo e falar do que realmente interessa”. A comentadora não poupou elogios a Matilde Reymão, considerando-a “uma das maravilhas de Portugal”, uma mulher “lindíssima, elegante, alta, bonita”, com uma notável “facilidade de comunicar”. Destacou ainda a forma simpática e sorridente com que a atriz agradeceu os elogios. Cláudia Jacques realçou a importância do seu papel como embaixadora das ‘7 Maravilhas’ e a forma como apela aos portugueses para descobrirem o seu próprio país, sem deixar de mencionar a sua preferência por viagens de última hora.
Guilherme Castelo Branco aprofundou a análise sobre a gestão do fim da relação. “A Matilde e o Nico fizeram muito bem no término. Fizeram um comunicado que dizia tudo o que havia para dizer, não há mais a perguntar”, garantiu. Para o comentador, a decisão de emitir um comunicado conjunto e depois manter o silêncio foi uma “boa gestão”, evitando especulações e permitindo que o assunto “vá desmoronando ao longo do tempo”. Guilherme sublinhou que se refugiar no trabalho e nos amigos é uma reação “normal de qualquer pessoa” e deixou um alerta sobre a importância de não descurar as amizades quando se iniciam novas relações, pois os amigos e a família “é que nos vão acompanhar durante muito tempo”.
António Leal e Silva não escondeu a sua admiração. “É público, toda a gente sabe que eu adoro a Matilde Reymão Nogueira. Gosto imenso, acho que é uma mulher lindíssima, educadíssima, civilizadíssima”, atirou, enviando um “beijo enorme para ela e toda a família”. O comentador notou que “as mulheres Reymão Nogueira são todas bonitas”, e Matilde “não fugiu à regra”. Mencionou, a título de exemplo da civilidade do ex-casal, que Nico Van Gogh foi de férias com o pai, umas férias já programadas, e Matilde Reymão “reagiu nas redes sociais”, o que demonstra a boa-fé da relação. Para António Leal e Silva, Matilde é a “oitava maravilha”, e a escolha para embaixadora não podia ser melhor, pois “tem uma imagem fortíssima”, comportando-se de forma “muito elegante” e sendo “educadíssima”, um traço que considera essencial, pois “a educação é tudo na vida, porque às vezes a beleza só não chega”.
Cláudia Jacques lembrou que Matilde “estava muito divertida na festa da TVI, sempre com muitas pessoas à volta dela, muito alegre, muito sorridente, muitas gargalhadas”. Adriano Silva Martins questionou se a atriz não poderia estar “mais afetada, mais triste agora com a derrota”, ao que Cláudia Jacques respondeu que isso “poderá estar em momentos mais privados”. Guilherme Castelo Branco defendeu que a separação “não deve ter sido uma coisa de um momento para o outro”, mas sim “algo ponderado, chegar a uma conclusão, e acontece”. António Leal e Silva, por sua vez, partilhou uma “pequena inconfidência”, admitindo que se sentiu “um bocadinho triste” com o fim da relação, pois considerava que Matilde e Nico faziam “um casal giríssimo”. Embora ela pareça “bem”, uma relação “tão próxima durante tanto tempo, quando acaba deixa sempre uma moçazinha”, concluiu. A vida, afinal, é “inesperada e surpreendente”, como Adriano Silva Martins e Cláudia Jacques concordaram.