Abalada com a falta de paciência e a agressividade gratuita, a ex-companheira de Marco Costa confessou que optou por se fechar dentro da viatura para evitar agressões físicas.
Carolina Pinto recorreu às plataformas digitais para partilhar um episódio angustiante que viveu em plena via pública, revelando o pânico sentido após ter sido alvo da fúria de outro condutor. Visivelmente perturbada com o sucedido, a influenciadora digital desabafou sobre a crescente falta de tolerância no quotidiano: “Cada vez estou com mais medo de andar na rua, sinceramente. Chamem-me o que me quiserem chamar, mas realmente eu acho que as pessoas estão a ficar loucas. As pessoas estão a ficar loucas e estão a pôr as pessoas que estão normais loucas também“.
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A ex-companheira de Marco Costa explicou que precisava de carregar a viatura e dirigiu-se a um posto situado na zona da Venda Nova. Pelo facto de o automóvel ser volumoso e o espaço estar condicionado por outros veículos, a manobra exigiu maior cautela, gerando a impaciência imediata de quem vinha atrás.
“O meu carro é super grande e para estacionar tinha uma carrinha muito grande e um carro do meu lado, então tinha um carro atrás de mim que já se estava a passar porque eu estava a demorar tempo“, contextualizou, salientando que ainda se encontrava “a tremer de nervos” com a atitude do automobilista: “Eu disse-lhe: ‘eu estou-te a ver, eu não te vou bater, eu estou-te a ver’. E ele começou-me a apitar, a apitar, a apitar. Um homem, malta, um homem da idade do meu pai, não sei se têm noção“.
Assim que concluiu o estacionamento, que garantiu não ter ultrapassado os três minutos, o cenário descambou para a hostilidade verbal aberta. “Conforme consigo estacionar, ele nada mais nada menos do que abre a porta do carro, começa-me a ofender, a dizer que eu tenho que ir aprender a conduzir. Mas começa-me a ofender nomes que eu não vou poder dizer aqui porque foram mesmo muito graves“, relatou a criadora de conteúdos.
O receio de violência física levou-a a não reagir às provocações: “Por acaso eu fiquei calada, porque se eu, por acaso, respondesse, eu acho que o homem tinha-me dado um tareão aqui. Se eu tivesse saído do meu carro e lhe tivesse respondido, porque ele estava a ofender-me gratuitamente“.
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Para salvaguardar a própria integridade, a influenciadora optou por permanecer fechada no habitáculo até que o condutor se afastasse, lamentando a agressividade com que se deparou. “As pessoas estão com muito pouca paciência para tudo, são muito pouco tolerantes com este tipo de coisas que são coisas tão pequenas. A que troco se ofende outra pessoa que não se conhece de lado nenhum, que simplesmente está a demorar um bocadinho a estacionar um carro que é maior? (…) Por acaso eu fiquei calada, até me tranquei no carro porque fiquei com medo que ele saísse do carro mesmo, fiquei com medo, porque hoje em dia nunca se sabe“, rematou.