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O tabaco na gravidez de Luiza Abreu: Tema regressa ao ecrã com apelo à empatia

A polémica de Luiza Abreu a fumar na gravidez voltou a ser comentada no Passadeira Vermelha da SIC Caras, com críticas à postura da CMTV.

O tema de Luiza Abreu e a polémica de ter sido apanhada a fumar durante a gravidez voltou a estar em destaque na televisão.

O assunto foi novamente debatido no programa “Passadeira Vermelha”, emitido pela SIC Caras, depois de a irmã de Luciana Abreu ter marcado presença num direto do “V+ Fama”.

Durante a sua intervenção, Luiza Abreu abordou as imagens captadas na Praça de Touros de Vila Franca de Xira, justificando a situação: “Infelizmente, eu não sou nem a primeira nem vou ser a última grávida a fumar. Não se deve fumar, de facto, mas já sofro de dor há algum tempo e com a minha ansiedade não posso deixar completamente. Infelizmente, não consegui deixar na totalidade, mas reduzi imenso e é mesmo só se fumar praticamente um cigarro ou outro”.

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No painel da estação de Paço de Arcos, Liliana Campos saiu em defesa da jovem, atirando: “Claro que isto é óbvio, não é? Quem quis ser mauzinho com a Luiza foi. Mas já há tantos anos que se sabe que quem fuma, quem consegue deixar de fumar, deixa de fumar. Quem não consegue, para não criar ansiedade, os médicos aconselham a diminuir o mínimo possível, mas aquela ansiedade que cria faz pior ao bebé do que o cigarro”.

Sara Norte concordou com a apresentadora e acrescentou: “Eu acho que, primeiro que tudo, ela não deveria sequer dar essa justificação. O que me faz muita impressão é a quantidade de pessoas que se metem gratuitamente na vida de outra pessoa. Toda a gente sabe que ela está grávida, quem a segue ou quem vê as fotografias, deixem a rapariga viver a vida dela. Portanto, se ela quer fumar, ela é que fuma”.

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A comentadora defendeu ainda que os limites devem ser respeitados, referindo: “Acho que a rapariga tem que fazer aquilo que acha, ela deve estar ansiosa, acho que os últimos meses de uma gravidez são realmente os piores, porque já estão fartas, já estão cansadas, já o corpo está inchado”.

É de destacar ainda que os comentadores do “Passadeira Vermelha” criticaram as críticas e a abordagem feita pela CMTV ao longo das últimas semanas. Liliana Campos recordou as pressões da imprensa, apontando: “A Luiza viveu aqui alguns momentos menos simpáticos durante esta gravidez. Até havia quem dissesse que ela não estava grávida, tinha os comentadores que diziam que ela não estava grávida. E hoje em dia diz: ‘Vá lá, estava!'”.

Hugo Mendes alinhou pelo mesmo diapasão e apontou o dedo à intenção por trás da divulgação das imagens, explicando: “Mas são os mesmos que dizem que não deveria estar a fumar, mas também é muito fácil apontarmos logo o dedo no imediato. Não foi a Luiza que partilhou as fotografias, a Luiza é apanhada numa bancada, que está num espaço público. Claro que há fotografias dela com o João Moura Caetano sem estar a fumar, portanto, quem as partilha é com a intenção de mostrar que ela estava a fumar. Logo aí, acho também maldade, porque apesar de ser um espaço público, a intenção foi claramente, mais uma vez, construir aqui uma narrativa”.

Por sua vez, Sara Avelar apelou à compreensão do público perante um momento de fragilidade, rematando: “E ela, para ter necessidade de se justificar, é porque provavelmente teve muitas críticas. E acho que, hoje em dia, nós temos que ter mais empatia e menos julgamento, porque se calhar se nós colocarmos numa balança, entre deixar de fumar e a ansiedade que vai criar ao bebé, e o fumar um, ou dois, ou três, que seja, de certeza que ela tem acompanhamento psicológico e médico. E claro que ninguém quer melhor para o bebé do que a Luiza, não é? Isto é que é o mais ridículo”.

A conversa encerrou com Sara Norte a refletir sobre a pressão de as pessoas conhecidas serem modelos de comportamento perfeito: “Eu sou livre de fazer aquilo que eu quero, eu não quero ser um exemplo para ninguém, acreditem. Mas eu tenho o direito de pôr uma fotografia se eu quiser. Não posso ter que ser santa, não é?”.

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