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Rúben Neves atacado em campo de forma desumana… Cristiano Ronaldo não hesita na reação

Adeptos usaram a morte do melhor amigo do jogador para o destabilizar, provocando a revolta de Cristiano Ronaldo e de todo o painel do 'V+ Fama'.

Ataques pessoais, com recurso a uma tragédia humana para provocar, marcaram um jogo da Liga da Arábia Saudita e levaram Rúben Neves à revolta.

O internacional português foi alvo de insultos e humilhações por parte de adeptos da equipa adversária, que usaram a morte do seu melhor amigo, Diogo Jota, para o desestabilizar em campo.

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O incidente, de uma crueldade chocante, não deixou ninguém indiferente e provocou uma onda de indignação, levando a uma reação forte de Cristiano Ronaldo e a um debate aceso no programa ‘V+ Fama’ desta segunda-feira, 14 de setembro de 2026.

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Tudo se precipitou durante um encontro em que a equipa de Rúben Neves vencia o adversário por expressivos 6-0. Em pleno relvado, enquanto o médio português se preparava para marcar um livre, os adeptos contrários começaram a evocar a memória de Diogo Jota, falecido recentemente.

O gesto vil e desumano, uma tentativa clara de desestabilização psicológica, provocou uma reação imediata do jogador. Rúben Neves apontou para cima e depois para o olho, num claro sinal de aviso aos agressores. Mais tarde, aos jornalistas, o futebolista não escondeu a sua indignação e atirou: “espero que eles não rezem depois do que fizeram”.

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A gravidade do sucedido mereceu a condenação de imediato por parte de Cristiano Ronaldo. O capitão da Seleção Nacional não poupou nas palavras e pediu medidas drásticas contra os responsáveis, salientando que tais comportamentos não podem ser tolerados no desporto. “A Liga tem que tomar medidas e punir este tipo de comportamento dos fãs. Isto já não é futebol e tem que haver limites. As pessoas que se comportam assim nunca deveriam poder entrar num estádio novamente”, defendeu o craque, numa mensagem que rapidamente se tornou viral e reforçou o coro de repúdio.

No programa ‘V+ Fama’, Adriano Silva Martins lançou o tema à mesa, visivelmente chocado com a brutalidade do que se passou. “Fico completamente estupefacto com isto”, confessou o apresentador, antes de dar a palavra ao painel de comentadores para uma análise mais aprofundada da situação.

Pimpinha Jardim não hesitou em concordar “a 100% com o Cristiano”, classificando o comportamento dos adeptos como “inadmissível” e “antidesportivo”. A comentadora defendeu que os responsáveis devem ser punidos de forma exemplar. “Espero que estas pessoas (…) que seja punida de alguma maneira, que lhes tirem alguns jogos que não possam assistir. (…) usar uma tragédia para provocar um jogador, isto ultrapassa qualquer limite. (…) é desumano, para mim é antidesportivo”, vincou Pimpinha, sublinhando que o desporto, que deveria ser um exemplo de fair play, não pode ser palco para tais atos de maldade.

Cláudia Jacques contextualizou que os adeptos em questão pertenciam à equipa que estava a perder por larga margem, mas fez questão de frisar que essa circunstância não os absolve da sua conduta. “Não é conversa de velha, é conversa de pessoa civilizada e com bom senso. Porque por muito que eles queiram torcer pelo clube deles que está a perder, não é atacando um jogador que vai marcar um livre que vai destabilizar com o melhor amigo que morreu para tentarem ajudar o clube de qualquer forma”, argumentou, reforçando a necessidade de uma atitude civilizada e de respeito.

Adriano Silva Martins alargou a discussão, conectando o incidente com uma visão mais ampla da sociedade atual. Para o apresentador, o sucedido “ultrapassa qualquer limite” e reflete um problema maior. “É uma tristeza como sociedade terrível. (…) Para onde é que caminhamos? Para o abismo”, lamentou, expressando uma profunda preocupação com a crescente intolerância. Adriano insistiu na importância de não normalizar este tipo de comportamento. “É preciso haver pessoas como nós e como tantas outras a tentarem contrariar isto e a tentarem sensibilizar as pessoas para que isto não se torne uma, não se normalize este tipo de comportamento”, disse, mostrando ainda uma enorme preocupação com o impacto emocional nos familiares de Diogo Jota. “Isto é uma tristeza e não quero nem imaginar. A Ruth Cardoso, a viúva do Diogo Jota, ao ler uma notícia como esta? Como é que a família, os pais, as pessoas que gostavam do Diogo Jota ouvirem isto?”, questionou, com a voz embargada, perante a insensibilidade demonstrada.

Pedro Capitão reforçou a ideia de que o sucedido é o “cúmulo da gravidade” e que a linha do bom senso foi amplamente ultrapassada. Admitindo que “não tem comparação” com outras situações de agressividade ou rivalidade excessiva no futebol, o comentador questionou abertamente se “vale tudo em nome do desporto”. “Eu acho que não. Eu acho que tem que haver aqui um bocadinho de fair play, até inclusive por parte dos adeptos”, afirmou. Tal como Cristiano Ronaldo, Pedro Capitão defendeu sanções severas e duradouras.

“Concordo a 200% ou até mais com o Cristiano Ronaldo, que estas pessoas têm que ser punidas e tem que haver aqui proibição futura (…) para que efetivamente este tipo de comportamentos não se voltem a repetir, seja com o Diogo, com o Rúben Neves, seja com outro jogador e com outra situação”, concluiu, antes de Adriano Silva Martins dar por encerrado o tema, classificando-o de forma inequívoca como “inadmissível”.

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