FamososGeral

Rui Veloso revela que Jorge Palma recusou tratamento agressivo. Saiba o motivo!

"Tivemos vidas pouco regradas": O desabafo comovente de Rui Veloso perante a partida de Jorge Palma

Abatido com a perda do amigo de longa data, o artista refletiu sobre os excessos do passado e a urgência de preservar o legado construído com os filhos.

A partida precoce de Jorge Palma, aos 76 anos, vítima de uma paragem cardiorrespiratória na terça-feira, 22 de setembro, deixou a cultura nacional em choque e o meio musical em luto profundo. Perante a perda irreparável de um dos maiores nomes do cancioneiro português, Rui Veloso decidiu partilhar algumas memórias marcantes sobre os últimos tempos de vida do amigo chegado, desvendando detalhes desconhecidos sobre a postura do cantor perante a doença.

GoogleTornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google

Leia também: “Tu estás só a tentar queimar-me”: Pedro Fonseca enfrenta Miguel Vicente em aceso bate-boca no «BB All Stars»

Em declarações à revista Blitz, o músico recordou a fase conturbada que o compositor enfrentou recentemente, agravada por problemas respiratórios que por diversas ocasiões o afastaram das salas de espetáculo, impedindo a continuidade pontual do projeto “3 Palmas na Mão”, partilhado com os filhos Vicente e Francisco. A paixão pela arte e o compromisso com a plateia falaram mais alto até ao derradeiro instante, levando o autor de “A Gente Vai Continuar” a tomar decisões extremas quanto aos cuidados médicos.

Na última vez que falámos, disse-me que já tinha voltado aos palcos com o Vicente e o Francisco [seus filhos]. Essa era a sua maior preocupação: até recusou um tratamento mais agressivo, com medo de ficar sem voz. Ele vivia para estar em palco“, confidenciou Rui Veloso, vincando a devoção total que o companheiro de estrada mantinha pelas atuações ao vivo e pela cumplicidade artística com os descendentes.

Leia também: Revelação no «Passadeira Vermelha» da SIC: Sofia Jardim assume ter contraído uma infeção sexual

O ambiente de despedida levou o cantor a evocar também a memória de Luís Represas, traçando um retrato desassombrado sobre a passagem do tempo e os caminhos percorridos pela sua geração. “A vida tem um fim que, infelizmente, pode estar ali ao virar da esquina. (…) Todos nós, é sabido, tivemos vidas pouco regradas, e para os que vêm a seguir, [digo que] é garantido que isso se vai pagar mais à frente“, rematou com pesar, deixando um testemunho sentido sobre a fragilidade humana e a marca indelével deixada pelos grandes ícones da música portuguesa.

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo