Big BrotherBig Brother VerãoGeral

Sara desabafa no confessionário: “A pessoa que diz ser minha amiga deu-me aquilo”!

Sara desabafou com Maria Botelho Moniz no confessionário do Big Brother Verão sobre a traição de Tatiana e o importante apoio que Nuno lhe tem dado.

Esta noite, no Especial do Big Brother Verão, a grande discussão entre Sara e Tatiana esteve em evidência.

A jovem concorrente foi ao confessionário para um desabafo sincero com a apresentadora Maria Botelho Moniz sobre a quebra de confiança na casa.

GoogleTornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google

Questionada sobre o que espoletou a sua fragilidade, Sara recordou os acontecimentos difíceis e as palavras da colega: “Exatamente, começou no Afonso, fui logo abaixo aí. E depois estava ali com o Nuno a tentar eu arranjar uma maneira de vir para cima para esquecer que está tudo bem”.

Leia também: Em lágrimas, Sara acusa cansaço e confessa estar prestes a “explodir” no ‘BB Verão’

A concorrente lamentou a atitude de Tatiana durante o jogo: “E depois chegou uma dinâmica e a pessoa que diz tanto ser minha amiga viu-me frágil desde ontem à noite e hoje de manhã. E dá-me aquilo sendo que não havia necessidade, Maria, porque ela a mim nunca me disse que eu era mal-educada, nunca me disse que viu alguma situação mal-educada em mim”. Sara apontou ainda a incoerência da antiga aliada: “Ela já referiu em conversas comigo que eles estão a ser mal-educados, nomeadamente sobre o almoço, aquela situação que eu falei. Ela também concordou que eles estavam a ser mal-educados, então ela poderia ter atribuído isso a outra pessoa, sendo que ela já tinha referido que foram mal-educados”.

Maria Botelho Moniz tenta perceber se a Tatiana a podia ter protegido, ao que Sara concordou: “Também poderia e por nunca ter dito isso, nunca me disse nada disso. Eu não sabia desta opinião, não sabia, não fazia ideia, então apanhou-me de surpresa mais uma vez e fiquei frágil”.

Leia também: Inês Morais sem papas na língua sobre Tatiana: “tudo o que ela fez foi sempre super performativo!”

A apresentadora tentou ainda perceber o motivo de as críticas à educação a afetarem tanto, notando que as palavras vão direto à sua família. A jovem tentou então explicar a sua sensibilidade: “Não sei, Maria, acho que penso muito na minha família, penso muito nos meus pais e penso muito no que está a passar para eles e eu não quero que eles estejam aí fora na posição de acharem que eu sou ou descuidado assim por causa dos cabelos, fiquei muito sensível nisso e não sei, Maria, eu fico muito sensível quando penso na minha família”.

Foi aqui que a Maria tranquilizou a jovem, garantindo que a família conhece a filha que tem, e abordou o apoio fundamental de Nuno nestas últimas horas. Sara não poupou elogios ao colega: “Impecável, impecável, Maria. Acho que o que eu fiz por ele quando ele teve mal é exatamente o que ele está a fazer por mim quando eu estou mal. Ele está meio guerreiro, ele está a passar-me confiança, está a fazer tudo o que pode. Tudo, tudo, tudo”. Confrontada com o risco de um dos dois ser expulso nas próximas nomeações, Sara admitiu o peso de uma possível separação: “Maria, acho que ficaria assim, é normal. Habituamos-nos à presença, habituámos-nos muito a conversar sobre o jogo, sobre nós, sobre tudo. Habituámos-nos muito à presença do outro, então sinto sim que se calhar ficaríamos mais frágeis. Mas também teríamos força um pelo outro para aguentar”.

Por fim, Maria Botelho Moniz quis saber se, terminada a amizade, ainda poderia existir uma aliança de conveniência com Tatiana para o jogo. Sara foi perentória na recusa: “Não há aliança porque eu não sou essa pessoa, eu não consigo, não consigo ser falsa a esse ponto. Eu sempre tive muito cuidado com a Tatiana, já na situação do Boris e da Vanessa, eu fui a primeira a ir falar com a Tatiana, sozinha, dizer-lhe que estás mal, que devias pedir desculpa”.

Esta lamentou a falta de reciprocidade: “Sempre tive muito cuidado de falar com ela e sinto que ela não tinha o mesmo comigo. Sinto que ela, se não tivesse que atirar a poça de pau, ela atira porque sinto que ela só beijou aqui e não me deu uma amizade. E então, a partir do momento que eu sinto isso e não me sinto alguém genuíno, eu não consigo, Maria, já não dá. E eu já tive a guardar muita coisa, fui acumulando a coisa da manipulação e tudo. De ser uma manipuladora, Maria, acho que é um acumular que me fez mesmo chegar”.

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo