A postura hostil nas redes sociais e as generalizações sobre o comportamento dos portugueses motivaram duras críticas no programa da estação de Paço de Arcos.
O vídeo divulgado por Luana Piovani nas redes sociais, onde surge a repreender uma vizinha que passeava um cão sem trela e a tecer comparações entre a conduta de cidadãos em Portugal e no Brasil, mereceu uma análise contundente de Carolina Ortigão na emissão do «Passadeira Vermelha», na SIC Caras.
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Embora tenha admitido que as normas de segurança e a recolha de dejetos devem ser rigorosamente cumpridas por todos os donos de animais de estimação, a comentadora apontou que a razão da atriz se perdeu por completo na abordagem escolhida.
Carolina Ortigão criticou o facto de a artista ter gravado a mulher sem autorização e de ter aproveitado o episódio para classificar o comportamento de toda uma população: “O que é que não tem razão? Na forma como diz. Filmar. E dizer que os portugueses não se sabem comportar e, olha, ‘aquela brasileira, que é a brasileira com quem já conversei, nós é que nos sabemos comportar’. É um contrassenso total“.
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A análise em estúdio incidiu sobre o padrão de conflitualidade que a artista tem demonstrado nas suas plataformas online onde, a comentadora assinalou que o teor das publicações partilhadas pela atriz é marcado por um registo permanente de discórdia: “Sempre que nós abrimos o Instagram para ver a Luana, é sempre para vir com um ar agressivo e dizer mal, seja do ex-marido, seja do não sei quantos“.
Perante este histórico de desabafos inflamados e confrontos virtuais, Carolina Ortigão não escondeu a sua perplexidade com o sentimento transmitido nos vídeos: “Meu Deus, que mulher amarga, que mulher infeliz, que mulher mal resolvida. E isso é muito assustador“.
A concluir a sua intervenção no programa conduzido por Liliana Campos, a comentadora salientou que a constante exposição a atritos e desentendimentos prejudica a saúde mental e a estabilidade emocional de quem os alimenta diariamente: “Esta mulher, se não está doente, vai ficar. Portanto, tem de se tratar, porque não lhe faz bem nenhum a ela, nem àqueles que vivem perto dela“.
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Carolina Ortigão rematou a sua reflexão com um apelo à moderação e ao equilíbrio na gestão dos conflitos do quotidiano: “Cuidado, Luana, viver-se assim é muito mau. Trate-se bem“.