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Adriano Silva Martins revela ementa de luxo com faisão e confessa ser um “control freak” na Consoada

Ao longo de todo o mês, o DIOGUINHO revela em EXCLUSIVO tudo sobre as tradições inesquecíveis dos famosos.

Faltam 16 dias para o Natal: Adriano Silva Martins revela trauma dos “27 primos” em Espanha e o desejo de ter “crianças mal comportadas”.

A magia já paira no ar, as luzes iluminam as ruas e a contagem decrescente entrou na sua reta final. Faltam exatamente 16 dias para o Natal, a noite mais aguardada do ano, onde a saudade e a alegria se sentam à mesma mesa e as famílias se reencontram.

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Foi embalado por este espírito festivo que Adriano Silva Martins, apresentador do V+ Fama e comentador da TVI, respondeu em exclusivo ao Dioguinho, revelando como vive esta quadra entre duas culturas distintas.

Dividido entre as raízes portuguesas e espanholas, o comunicador confessou que os Natais nos dois lados da fronteira são “completamente distintos”. Se o português é descrito como solene e silencioso, o lado materno, em Espanha, traz memórias mais caóticas, “Quando passei com a família do lado da minha mãe, foi sempre um trauma. Tenho 27 primos direitos e havia demasiado barulho e demasiada informalidade para o meu gosto, que sou um control freak”, admitiu com humor.

Este ano, a celebração será em solo nacional, trocando a habitual Chamusca por uma casa de campo em Tomar, onde a lareira será “essencial”.

À mesa, Adriano Silva Martins quebra a tradição lusa. Embora adore bacalhau, a noite da Consoada tem outros protagonistas, influenciados pela herança vizinha, “Costumamos jantar cabrito com castanhas ou faisão e codornizes com passas e puré, que é uma receita do lado espanhol”, revelou.

Para o apresentador, esta é a época favorita do ano porque lhe permite exercer o seu gosto pelo detalhe, “Organizo a mesa, escolho os pratos e essas coisas todas de aparato de que tanto gosto.”

Sobre os presentes, Adriano garante que a sua família nunca foi de grandes luxos materiais, mas deixa um aviso divertido para o futuro, caso venha a ter filhos ou sobrinhos, “Talvez a coisa mude. Gosto de crianças mimadas e mal comportadas e vou contribuir para isso se as tiver”, brincou.

As memórias mais especiais remetem-no para a infância na casa dos avós e para a tradição de visitar amigos na Chamusca com o pai antes do jantar, um hábito que se foi perdendo com o tempo e com a partida de entes queridos. Para 2026, o desejo é simples e pragmático, “Continuar a crescer e a divertir-me. O resto vou pensando pelo caminho.”

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