Teresa Silva garante que está sempre lá para a “Joaninha”… mas Joana não ficou convencida do tom irónico
Diogo Cunha admite que quer jogar as nomeações… mas ainda sem o sucesso que queria
A gala do ‘Big Brother All Stars’ deste domingo, 13 de setembro de 2026, foi palco de revelações e momentos de tensão, com Joana Sobral a abrir o jogo sobre um episódio que a deixou em lágrimas.
A concorrente explicou a Maria Botelho Moniz o que a fez desabafar com David durante largos minutos.
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Joana Sobral contou que estava no closet a trocar de roupa quando ouviu conversas que a deixaram desconfortável. “Não era uma brincadeira, era um gozo, porque é a forma como as pessoas são”, atirou, referindo que a incomoda ver concorrentes a “juntar-se em grupo para o fazer”.
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Apesar de ter falado com Teresa Silva sobre o assunto, que lhe garantiu tratar-se de um tom irónico e de brincadeira, Joana não ficou convencida. “Mexeu ali com o meu emocional, estou a tentar pensar mais com a cabeça”, admitiu. Questionada por Maria Botelho Moniz sobre quem estaria envolvido, Joana Sobral não hesitou: “Não era só a Teresa. Estava lá, sim. Era a Catarina”.
Contudo, foi a atitude de Teresa Silva que mais a afetou. “Quem me marcou mais foi a Teresa porque é uma pessoa que eu gosto muito e queria perceber com ela em que tom é que era. Mexeu ali comigo porque não gostei. Tocou ali no meu emocional e já estava um bocadinho cansada”, esclareceu Joana.
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Mais tarde, Maria Botelho Moniz questionou Teresa Silva sobre a sua relação com Joana, querendo saber se a proximidade que têm fora da casa se refletiu no jogo. “Com a Joaninha? Não, não. Ela entrou, ela teve noutros grupos, foi tentando arranjar o espaço dela e eu estive sempre. Sempre que ela precisa, eu estou lá”, garantiu Teresa. A concorrente acrescentou que, quando Joana foi nomeada, “a primeira pessoa a quem ela se dirigiu, de alguma maneira queria saber de onde é que vinha a nomeação, foi precisamente a mim”.
Maria Botelho Moniz mudou de assunto, pedindo a Teresa Silva para nomear os concorrentes que, na sua opinião, não mereciam o prémio final. “Aqueles que andam ali mais paradinhos”, respondeu prontamente Teresa. Quando a apresentadora insistiu para que desse nomes, Teresa Silva enumerou: “Muitos. Sei lá, Jéssica. O Diogo, a Leninha, aqueles que são mais paradinhos”. Maria Botelho Moniz ironizou, sugerindo que os “paradinhos” seriam “os que não falam mal nas costas”, ao que Teresa Silva respondeu, bem-disposta: “A mim não fazes comissão nenhuma. Adorei ver a minha imitação”.
Diogo Cunha, outro dos visados, também marcou presença na gala. O concorrente admitiu estar a tentar jogar o jogo das nomeações, mas não com o sucesso esperado. “A Jéssica na VT teve a oportunidade de dizer que eu tiro a pinta, e tem toda a razão. Não só ando a tirar a pinta à Jéssica, como tento tirar a todos eles”, confessou.
Diogo Cunha não escondeu as suas intenções: “Estou a querer jogar o jogo do ‘Big Brother’, de facto”. No entanto, admitiu que não está a conseguir com a eficácia que desejava. O concorrente explicou que esta segunda vez no jogo quer ser diferente da primeira, focando-se em “perceber quem é que são os meus aliados, perceber quais são as prioridades dos meus aliados, perceber quais são as prioridades também de eliminação dos aliados, para depois eu tomar decisões em consciência”.
Quando questionado sobre os seus aliados, Diogo Cunha revelou, para surpresa de Maria Botelho Moniz: “Zé Maria, no meio da sala ainda para mais”. Deixou no ar a possibilidade de haver mais, mas preferiu manter o mistério. “As pulseiras não são dos aliados”, atirou Teresa Silva, com Diogo Cunha a prometer mais revelações: “Eu conto, mas no confessionário. Quando tiver a oportunidade de ser líder, vai ver umas pulseiras roxas”.