Big Brother – Flávio Furtado critica Francisco Monteiro: “É muito pouco humilde”
O comentador apontou o dedo à postura do concorrente e analisou o duelo com Helena no 'Big Brother All Stars'...

A madrugada de sábado, 7 de novembro, trouxe momentos acesos ao ‘Extra’ do ‘Big Brother All Stars’, emitido pela TVI.
Em estúdio, Marta Cardoso e Flávio Furtado analisaram os últimos confrontos na casa mais vigiada do país, com destaque para a rivalidade crescente entre Carlos e Helena, bem como o comportamento de Francisco Monteiro face às opiniões dos colegas.
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A conversa arrancou com o braço de ferro entre Helena e Carlos. A apresentadora lembrou dinâmicas anteriores e notou a estratégia em curso no jogo: “O Carlos está numa tentativa desesperada de empurrar a Helena para fora e ficar ele. Diz que toda a casa diz que será um deles os dois a sair. O que é que ele aqui subtilmente vai dando aqui umas alfinetadas à Helena”.
Flávio Furtado não hesitou na leitura da dinâmica entre a dupla. “Eles têm aquela relação que é o toque e foge. Esta relação dá jeito aos dois”, explicou, perante a questão da apresentadora sobre quem assume a iniciativa nesse duelo. Para o comentador, o interesse é mútuo, embora reconheça particularidades na concorrente: “Esta relação interessa, a Helena é mais de tiradiça. Eu vejo ainda muito preconceito. A Helena às vezes estica-se. Aliás, ela podia abrir um ferro-velho porque tem muita lata. Ela às vezes estica-se. Mas percebe-se que ainda há muito preconceito em relação a uma mulher que seja mais livre e que use determinadas expressões e que faça determinadas brincadeiras”.
O foco virou-se depois para Francisco Monteiro e para a forma como o concorrente tem reagido a Catarina Miranda e ao restante grupo. Flávio Furtado assumiu o apreço pessoal pelo jogador, mas frisou que a entrada no formato acarreta a exposição ao escrutínio público: “Primeiro, ter que comentar o Francisco Monteiro, porque eu gosto do Francisco. Mas o Francisco também quando entrou no jogo já sabia que ia ser comentado por pessoas que gostavam dele e que tinham sido colegas dele”.
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A crítica subiu de tom quando o comentador recordou as palavras do concorrente dirigidas a Catarina Miranda. “Custa-me também ouvir o Francisco dizer, por exemplo, que a Catarina Miranda tem muito pouco de humilde. Diz o roto ao nu. Enquanto jogador, acho que o Francisco é um concorrente muito pouco humilde”, disparou.
O comentador salientou ainda a dificuldade que Francisco Monteiro demonstra em lidar com posturas contraditórias ou mudanças de atitude dos rivais. “Eu acho que o Francisco está habituado a que as pessoas lhe digam sempre que sim, que lhe digam sempre amém. Uma pessoa que concorda sempre comigo, uma pessoa que concorda sempre com toda a gente, a mim faz-me ficar de pé atrás, porque vivemos numa sociedade muito hipócrita e as pessoas têm que nos dizer quando nós falhamos. E acho que o Francisco quer na vida, quer no jogo, não está habituado”, observou.
Marta Cardoso concordou com a necessidade de aceitar o contraditório e destacou a inflexibilidade demonstrada na casa: “Também temos que ter a capacidade de ouvir. Porque a verdade é que já vimos ali muitas pessoas, umas mais próximas que outras do Francisco, a chamar a atenção para algumas coisas e o Francisco simplesmente refuta quase tudo”.
Flávio Furtado recorreu a exemplos do seu quotidiano para fundamentar a posição, mencionando pessoas do seu círculo chegado. “A Cinha, por me chamar a atenção de uma coisa que lhe agradou menos na minha atitude há bocado, não quer dizer que a Cinha não goste de mim. A minha mãe, por me chamar a atenção por uma coisa que eu fiz e que não a agradou, eu não vou eliminá-la do Facebook, bloqueá-la no WhatsApp e achar que ela deixou de gostar de mim. As pessoas não têm que nos dizer que nós estamos sempre bem”, ilustrou.
Marta Cardoso considerou que a recetividade depende da proximidade de quem critica, mas Flávio Furtado rematou com uma chamada de atenção às regras do programa. “Quando estás num jogo destes, e o Francisco quis muito voltar, ele sabe àquilo a que vai. E quis muito voltar, o Francisco sabia que tinha que ouvir a opinião das outras pessoas. E ele não consegue ouvir a opinião de ninguém”, concluiu.