Cláudia Jacques e Marta Aragão Pinto ‘contra’ criticas de alguns comentadores no Julgamento de Castelo Branco
Julgamento de Castelo Branco inicia-se hoje à porta fechada no Tribunal de Sintra e tem oito sessões previstas até 23 de outubro
O programa V+ Fama do dia 25 de junho abordou o início do julgamento de José Castelo Branco, acusado de violência doméstica contra Betty Grafstein.
A grande surpresa do dia no tribunal de Sintra foi a ausência física do arguido, uma situação que gerou debate entre o painel de comentadores, com António Leal e Silva a explicar que a defesa requereu a participação por videochamada para evitar uma deslocação de Nova Iorque, uma vez que a vítima também não estaria presente.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
Cláudia Jacques assumiu um papel de destaque na análise, desvalorizando as críticas feitas noutros canais de televisão e assegurando que a lei está a ser cumprida. A comentadora foi clara na sua defesa perante os colegas: “O certo é que ele vai ser ouvido por videoconferência, portanto o facto de não estar fisicamente presente na audiência não impede que ele esteja efetivamente presente através de uma videoconferência.”
Leia também: Cristina Ferreira expõe Catarina Miranda: “O plano era Afonso chorar e pedir perdão”
Para além de garantir que não há qualquer fuga à justiça, Cláudia Jacques revelou pormenores cruciais sobre os procedimentos processuais que marcam este caso mediático. A comentadora partilhou que a sessão decorre à porta fechada por decisão do juiz, limitando o acesso da imprensa, e avisou que a resolução será demorada: “Hoje vai ficar tudo decidido porque são oito sessões e vão durar até ao dia 23 de outubro, portanto é um longo processo agora que inicia hoje.”
Julgamento José Castelo Branco vs Betty Grafstein começou hoje! Saiba tudo da acusação
Leia também: Adriano Silva Martins arrasa Marisa Pires e Cristina Ferreira reage em direto aos ateques dela
Marta Aragão Pinto também interveio com firmeza para redirecionar as atenções do painel para o que considera ser o verdadeiro núcleo da questão. Para a comentadora, a polémica em torno da viagem do arguido é apenas uma distração que retira a importância do processo legal. “Quer dizer, de repente o foco deixou de ser o julgamento, mas é se o José vai estar presencialmente ou não. Não é isso que interessa”, defendeu de forma perentória.
Apelando ao bom senso e ao respeito pelo normal desenrolar da justiça, Marta Aragão Pinto concluiu o seu raciocínio exigindo que se deixe o tribunal trabalhar longe de especulações acessórias. A comentadora rematou: “Não transformem o tema do Zé não estar presente em tribunal numa coisa que não é. Quer dizer, ele vai ser ouvido e eu acho que é isto que o António está a dizer. Estão a ser recolhidas todas as testemunhas e provas para no final haver uma decisão. É esse o foco que nós todos temos que ter.”