Cláudio Viana sem ver filho há 2 anos – Barrado na Colômbia por ‘denúncias’ da mãe. Conta tudo na TVI
O ex-concorrente do 'Secret Story 3' gastou mais de mil euros a tentar obter um visto, mas a autorização da mãe do menino foi negada.
Cláudio Viana, figura que se deu a conhecer ao público na terceira edição do ‘Secret Story’, abriu o coração na sexta-feira, 28 de agosto de 2026, no programa ‘Dois às 10’.
O ex-concorrente revelou o seu drama pessoal: há dois anos que não consegue ver o filho Benjamin, que vive na Colômbia. Visivelmente abalado pela distância, Cláudio Viana fez um apelo emocionado, pedindo ajuda para ultrapassar a proibição que o impede de entrar no país sul-americano.
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A dolorosa situação começou a desenhar-se em novembro de 2024, quando Cláudio Viana foi barrado pela primeira vez à chegada à Colômbia. “Já estou cansado. Já são dois anos sem vê-lo, como fizeram questão de dizer”, desabafou o ex-concorrente, dirigindo-se a Cristina Ferreira e Cláudio Ramos. O motivo, explicou, reside nas “muitas denúncias” que a mãe do seu filho, Daniela, terá apresentado contra ele.
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O episódio que marcou o início deste calvário deu-se quando Cláudio Viana, a regressar à Colômbia vindo do Brasil, foi intercetado no controlo de passaportes. “Em novembro de 2024, sou barrado pela primeira vez na Colômbia”, recordou, descrevendo uma experiência angustiante.
Foi retido durante quase seis horas numa sala da imigração, sem qualquer explicação, sem água ou comida. Apenas no final, lhe comunicaram a proibição de entrada. “Disseram: ‘Você não pode entrar na Colômbia'”, lembrou, acrescentando que a justificação foi sempre vaga, remetendo para uma “denúncia” e invocando “sigilo”, sem nunca concretizar o que estava em causa.
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Após a deportação, Cláudio Viana não desistiu e tentou resolver a situação de forma legal, solicitando um visto local colombiano. Este processo, que implicou um gasto de “cerca de mil e tal euros”, acabou por ser infrutífero. A resposta que recebeu foi clara e frustrante: “Peço desculpa, senhor Cláudio, mas o seu visto não vai para a frente porque é necessária a autorização da mãe do seu filho”.
A comunicação com Daniela, a mãe do filho, é praticamente inexistente e pautada por um comportamento que Cláudio Viana descreve como manipulador. “Tentava ligar, ela fazia questão de me bloquear constantemente”, contou, explicando que a empresária só o desbloqueava quando precisava de dinheiro.
Esta dinâmica levou-o a uma triste constatação: “Eu acostumei-me praticamente a alugar o meu filho”. A ligação com Benjamin, o seu filho, era feita sobretudo via WhatsApp, mas os bloqueios constantes impediam-no de saber o que se passava com o menino.
As denúncias apresentadas por Daniela contra Cláudio Viana foram de “tudo e mais alguma coisa”, detalhou o ex-concorrente. Abrangiam acusações graves como “violência contra ela, violência contra o menino, de falta de pagamentos, de traficar tudo e mais alguma coisa”. Cláudio Viana foi peremptório ao garantir que “nenhuma é verdade”, revelando que a justiça já se pronunciou sobre a maioria delas. “Das cinco denúncias, quatro foram limpas e mostraram que não tinham fundamento”, afirmou.
A única acusação que ainda se mantém pendente é precisamente a relacionada com a migração, e Cláudio Viana acredita que esta resultou da sua reação à forma como foi tratado na imigração. “Peço desculpa, mas há oficiais que abusam da farda que têm”, atirou, recordando o momento em que, após horas de espera e sem respostas, decidiu questionar os agentes. “Estou aqui desde as quatro da manhã, já são dez da manhã e não sei nada. Estou aqui sem beber, sem comer”, relatou ter confrontado os oficiais.
A resposta que recebeu, segundo Cláudio Viana, foi um misto de ironia e provocação. “Ah, você tem um filho? Para fazer-me de otário, como se costuma dizer. Ah, então vamos lá perguntar à mãe do seu filho se realmente você é o bom pai”, ter-lhe-ão dito, insinuando que o tempo de espera serviu para verificar o seu historial de denúncias.
Benjamin, o filho, possui dupla nacionalidade, portuguesa e colombiana, um detalhe que Cláudio Viana fez questão de sublinhar para fundamentar o seu direito e o do menino ao convívio. “Eu tenho direito de vê-lo e ele também tem direito de me ver”, frisou, com a voz embargada. Perante o impasse legal e a impossibilidade de chegar ao filho, o ex-concorrente não escondeu o seu desespero, lançando um apelo que atravessou os ecrãs: “Se alguém em casa tiver um contacto, por favor, que me possa ajudar, nem que fale com o Presidente da República para falar com o Petro, o Presidente da Colômbia”.