David Motta compara a postura das irmãs de Cristiano Ronaldo: “A Kátia soube alterar o tom”
O paradoxo das manas Aveiro: Comentadores questionam 'número' de Elma nas redes sociais
David Motta e Hugo Mendes apontaram diferenças evidentes na forma como as duas irmãs do futebolista gerem as críticas públicas.
A forma como o clã Aveiro reage ao escrutínio público em torno de Cristiano Ronaldo mereceu uma análise comparativa no programa «Passadeira Vermelha» onde, os comentadores David Motta e Hugo Mendes colocaram em perspetiva a aparente evolução na comunicação de Kátia Aveiro por oposição à rigidez reativa que Elma Aveiro continua a exibir nas plataformas digitais.
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Durante o debate sobre os ataques dirigidos à imprensa desportiva, David Motta sugeriu que a mais velha das irmãs beneficiaria de conselhos familiares. “A Elma devia de ter umas lições com a irmã, com a Kátia, que tem vindo a polir um bocadinho a sua linguagem nestas reações, nestes reacts, nas redes sociais“, observou, questionando de seguida o argumento usado por Elma de que o irmão é “perfeito” e exibindo o seu corpo trabalhado como escudo protetor. “Quando nós […] atribuímos a perfeição à figura física de uma pessoa só porque o torso está cravado a abdominais, também qualquer coisa de errada não está certa e não acho que seja o melhor modelo“, apontou o estilista.
Hugo Mendes concordou com a necessidade de distinção entre as posturas das duas familiares do internacional português, enaltecendo a mudança de rumo de uma delas. “Eu percebo a questão do clã e elas sempre foram assim, nunca deixaram de o ser, a proteger o irmão com unhas e dentes. Agora, lá está, e concordo com o David, a Kátia soube alterar a forma e o tom com que reagia“, analisou o comentador.
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A persistência de Elma Aveiro em responder de forma acesa a anónimos e profissionais de comunicação foi apontada como uma contradição com a própria postura do capitão da seleção nacional. “É paradoxal porque ela diz que o irmão está-se nas tintas. Então se o irmão está nas tintas, porque é que ela tem de fazer este número? […] Ao longo de uma carreira que já vai longa, como é que elas nunca tiraram mestrado e doutoramento em reagir a estas questões ou, melhor, não reagir?“, questionou David Motta.
A fechar o bloco analítico, Joana Latino levantou a hipótese de as irmãs terem funcionado, no passado, como um veículo informal para expressar insatisfações que o próprio futebolista não podia verbalizar de forma pública.
“Tenho a sensação que às vezes tanto a Kátia como ela […] foram as porta-vozes daquilo que o Ronaldo […] não poderia dizer. […] Acho que a Kátia percebeu que não era, que só trazia de facto lixo entrar nesse tipo de lógica de insultar gratuitamente alguém que […] faz uma análise racional do jogador“, rematou a comentadora da SIC Caras.
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