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Diogo Cunha e Teresa Silva isolam-se e definem prioridades para expulsão no «Big Brother All Stars»

A prioridade da Teresa é uma aliada do Diogo Cunha, mas Teresa deteta fragilidade por falta de confiança do concorrente

Os dois concorrentes do reality show na TVI afastaram-se do grupo para debater opções de nomeação na casa de Queluz de Baixo.

Na tarde desta quinta-feira, 10 de setembro, Diogo Cunha e Teresa Silva decidiram isolar-se do restante grupo no «Big Brother All Stars» para debater estratégias e prioridades de nomeação. A conversa, que começou com alguns mal-entendidos sobre de quem falavam, serviu para ambos revelarem os seus principais alvos nesta fase inicial do programa da TVI.

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Diogo Cunha iniciou o raciocínio analisando a prestação de Joana Sobral: “É uma menina mais interessante para mim para andar por aí. (…) É uma companhia mais interativa do que a outra” enquanto, Teresa Silva assumiu tratar-se do alvo do lisboeta, afirmando prontamente: “Pronto, ok. Então está certo, mas então trocámos a nossa opinião. Pronto, já sabes a minha prioridade. (…) E tu, já sei qual é a tua prioridade. A tua prioridade é essa que acabaste de dizer“.

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A confusão instalou-se quando Diogo Cunha esclareceu que Joana Sobral não estava nos seus planos de nomeação, levando Teresa Silva a insistir que a concorrente constava das opções, até que o lisboeta desfez o equívoco: “Espera, a minha prioridade para eu nomear, ou seja, a primeira pessoa que eu quero nomear desta casa é a Ana Sousa“.

Teresa Silva justificou então o seu foco em Joana Sobral, considerando-a uma presença sem impacto no grupo: “Para mim é invisível aqui. É ela é invisível. Se ela mexesse aqui, se ela fosse uma pessoa que estivesse aqui a bu bu bu, blá blá blá blá, não era. (…) Ela só serve para calendário, não é? Epá, agora vou até lá fora, vou conversar“.

O ex-concorrente procurou defender a permanência da sua aliada no jogo, destacando a necessidade de apoio moral no reality show: “Isso para mim é importante porque eu tenho que viver aqui nesta casa. (…) Eu gosto disso e preciso disso na minha vida aqui. Para já, para já. Daqui a umas semanas não sei“.

Apesar das justificações do colega, Teresa Silva mostrou-se firme, garantindo que não se importa de avançar no jogo sem alianças e sublinhando que prefere premiar quem interage: “Eu sozinha não me importo de chegar à final. (…) Eu consigo viver aqui sozinha. Agora, não quero é tirar quem eu acho que está no jogo. É injusto. A Ana não jogando faz mais coisas. Sim, ela fala, ela intervém. Ela chateia, causa nem que seja mal-estar“.

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O lisboeta acabou por reconhecer a validade do argumento: “É injusto retirar, é justo não retirar quem está a jogar“. O diálogo terminou com Teresa Silva a deixar um aviso sobre o caráter volátil das opções de voto dentro da casa mais vigiada do país: “Eu agora disse que era a minha prioridade até eu não ter outras, porque também quem carregar começa a ter outras prioridades. Quem carregar é logo vaza-vaza, vai para casa“.

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