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Georgina Rodríguez Aveiro muda nome de jato de CR7 para ‘Mimoa’: O marketing arrojado que divide opiniões

No programa 'V+ Fama' da V+ TVI, comentadores debateram a estratégia, com Marta Aragão Pinto a defender a ação como "marketing na perfeição".

Georgina Rodríguez Aveiro continua a dar que falar, e os seus negócios mostram-se resilientes, independentemente do percurso profissional de Cristiano Ronaldo.

A influenciadora espanhola viu o companheiro “doar-lhe” o seu jato privado, entre aspas, para promover a ‘Mimoa’, a sua marca de roupa desportiva.

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No programa ‘V+ Fama’, da V+ TVI, o tema gerou debate entre os comentadores Cláudia Jacques, António Leal e Silva e Marta Aragão Pinto. Adriano Silva Martins, apresentador, abriu a discussão com a notícia da mudança no avião.

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Cláudia Jacques observou a imagem de Georgina, que surge “constantemente vestida assim em defesa de treino para promover a marca dela”, e questionou a adequação do estilo: “também tem aqui um grande decote, eu também não sei se as pessoas vão treinar assim com decote destes tão alisado e assim maquilhadas”. Embora a roupa seja apresentada como “confortável para viajar”, Jacques expressou dúvidas sobre a estratégia de marketing, perguntando: “Não sei se isto foi uma boa ideia, não sei se isto privilegia a marca ou se até torna a marca incómoda”.

Adriano Silva Martins atirou que a ‘Mimoa’ é “uma marca Georgina para um público Georgina”. António Leal e Silva, em tom de brincadeira, concordou, enquanto Cláudia Jacques perguntava “Quem será o público da Georgina?”.

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António Leal e Silva refletiu sobre o papel dos comentadores, explicando que “quando nós analisamos ou comentamos, comentamos e analisamos muito, ou melhor, sempre em função da nossa visão, da nossa educação, dos nossos princípios, daquilo que nós vivemos, da nossa bolha”. Concluiu que “há coisas, como é óbvio, que não têm a ver connosco”, e que “esta Georgina é Georgina a ser Georgina”. Adriano Silva Martins concordou, reiterando: “É Georgina a ser Georgina, sim senhor”.

Retomando o tema, António Leal e Silva reforçou: “É Georgina a ser Georgina. E o que é que eu posso fazer? Eu posso brincar, posso gozar, posso meter-me. Claro que eu não me identifico em nada com tudo o que se passa aqui, desde tudo”. Marta Aragão Pinto interveio com um “Tudo, os nossos amores”, ao que Leal e Silva atalhou: “Está bem, não nos iremos meter”.

Adriano Silva Martins, com ironia, sugeriu que se devia “falar do jato usado de um homem que tem um ego descomunal proporcional à sua conta bancária”.

António Leal e Silva focou-se no “homem apaixonado a ponto de doar um jato à mulher para promover a sua marca, Mimoa”. O comentador criticou a alteração do nome do jato de CR7 para ‘Mimoa’, afirmando: “Eu sou completamente contra. Pessoas que mudam nomes das coisas. O nome quando é dado, é dado do princípio até ao fim, não se mudam nomes”. Apontou o “Mimoa na parede e a Hermès ali com a almofada a fazer concorrência” como algo “ridículo” e “sem lógica”. No entanto, admitiu que, para Cristiano Ronaldo “fazer estas vontades todas e isto tudo”, ele “deve estar completamente apaixonado, rendido a esta mulher”. “Penso que isto deve ter sido algo que ela pediu ou que sugeriu”, acrescentou, levantando a hipótese de o jogador “ser sócio da Mimôa também”. Adriano Silva Martins concordou: “Provavelmente será. Direta ou indiretamente”.

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Cláudia Jacques argumentou que, “mesmo que tenha sido um presente dele, não tenha sido ideia dela”, isso “mostra que ele está—”. António Leal e Silva duvidou da mudança definitiva: “Mas que ele mudou o nome definitivamente? Não, eu acho que não. É só uma coisa para fazer”.

Marta Aragão Pinto defendeu a estratégia, notando que “quem dera a todas as marcas terem um jato para fazer publicidade a si próprias ou utilizar uma Georgina ou outra pessoa qualquer”. A comentadora explicou que Georgina “retirou o CR7 e pôs a marca dela por todo o lado” no jato, que “também é dela”, para promover a ‘Mimoa’ como “a marca confortável para viagens”. A influenciadora gravou um vídeo ‘get ready with me’, um formato comum no Instagram e TikTok, onde “mostra a sua rotina de beleza, mas acima de tudo está com marca por todo o lado”. Para Marta Aragão Pinto, “isto é marketing, é comunicação”, e Georgina “para o objetivo que ela tem está a fazê-lo na perfeição”.

António Leal e Silva questionou a lógica: “Achas que as pessoas que andam de jato particular vão de roupa formal?”. Cláudia Jacques concordou: “Andam de roupa formal, não andam”. Adriano Silva Martins clarificou: “Mas ela não fala para pessoas que têm jato privado”. António Leal e Silva argumentou que as pessoas que “vão ver os jatos particulares, vão ver roupa formal e vão ver aviões”. Marta Aragão Pinto corrigiu: “Ela fala para as pessoas que vão andar de avião, por exemplo”.

Adriano Silva Martins traçou um paralelo: “Julia Roberts é imagem da Lancôme, e está no Hotel Ritz a fazer uma publicidade e as pessoas que compram Lancôme se calhar nunca foram ao Hotel Ritz de Paris”. António Leal e Silva contrapôs: “Sim, mas aqui é diferente”. Adriano Silva Martins insistiu: “Então aqui também”.

Cláudia Jacques sublinhou: “Mas é assim, ela aqui não está a promover um jato”. Adriano Silva Martins completou: “Ela não está a promover um jato. Ela está a promover uma moda nova”. Marta Aragão Pinto explicou: “Ela está a promover um estilo de vida. É claro que nem toda a gente vai comprar os fatos de treino para andar em jato”. Adriano Silva Martins concluiu: “Mas é inspiracional para o público dela”.

António Leal e Silva desejou, por fim: “Espero que sim, que ela tenha muita sorte. Nós queremos é que os negócios das pessoas floresçam e que dê emprego a muita gente, que as pessoas precisam de trabalhar”.

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