Apesar da violência do impacto e dos danos materiais, a profissional de desporto garantiu estar livre de lesões graves e apelou ao uso de equipamento de proteção.
Inês Abrantes recorreu à sua conta oficial na rede social Instagram, na quarta-feira, 9 de setembro, para relatar um grave acidente de viação sofrido no dia anterior. A caminho de uma jornada preenchida por responsabilidades profissionais, a instrutora de treino e rosto da SIC Radical acabou por ser atingida por um automóvel cujo automobilista não cumpriu a paragem obrigatória num cruzamento.
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A dinâmica da ocorrência foi explicada em detalhe aos seguidores através de um vídeo: “Estou a andar numa rua principal, devagar, não ia a mais de 50 km/h e houve um senhor que não viu um sinal de STOP e literalmente atropelou-me na mota. Houve um choque grande, eu fui projetada, a mota naturalmente também, e acabei por ser parada por um passeio com um placard de publicidade que, no fundo, foi a minha sorte. Entretanto, grande aparato, ambulância, bombeiros, polícia (…)“.
O susto motivou uma partilha emotiva sobre as prioridades do quotidiano e a importância de relativizar os compromissos face a imprevistos de saúde: “Nesse minuto, nesse mesmo momento em que eu caí, tudo o resto passou para segundo plano. Todos os compromissos, todas as pessoas, todos os alunos que eu tinha à minha espera (…). Tive a prova de que, por muitos compromissos, trabalho, vida agitada, coisas que nós tenhamos para fazer, nós não vamos conseguir fazer nada se não tivermos saúde, e tudo fica para segundo plano e ninguém morre, está tudo bem. O dia passou, eu segui de ambulância para o hospital e a vida continuou. Mesmo comigo no hospital. Sem saúde, não se faz nada“.
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Apesar da dimensão do embate e dos estragos visíveis, as consequências físicas acabaram por ser maioritariamente superficiais: “Algumas queimaduras, principalmente do lado esquerdo do corpo. Quem anda de mota sabe que o pára-choques somos nós e a sorte foi mesmo, mesmo, mesmo eu estar a ir devagar. As próprias proteções das luvas ficaram rasgadas, o casaco ficou rasgado, os meus ténis saltaram dos pés. Não descurem também o equipamento“.
A fechar o depoimento, a apresentadora sublinhou o dever cívico de quem conduz, lembrando que “um erro pequeno pode custar muito caro“, e descansou quem acompanha a sua rotina: “Estou bem, felizmente. Nada de muito grave. Estou triste pela minha mota, mas também se vai resolver“.
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