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Diogo Infante e Rui Calapez: “Trinta anos de vida em comum, é obra. Holofotes e sombra…”

Casaram-se em 2013, em 2011 adotaram Filipe, juntos há três décadas "de pontos e vírgulas".

Neste domingo, 26 de Abril, Luís Osório dedica o ‘Postal do Dia’ a um dos maiores atores portugueses e ao seu agente e marido.

“Diogo e o Rui. Diogo Infante tem poucas fotografias com o marido. Conheceram-se num qualquer espetáculo, talvez no Teatro Nacional ou noutra circunstância, não sei”, começou por dissertar o escritor da RTP Antena 1 e Diário de Notícias.

“Casaram-se em 2013, mas dois anos antes já tinham adotado uma criança, o Filipe – que hoje tem hoje vinte e poucos anos. Diogo Infante e Rui Calapez são homens de sucesso. Diogo é um dos maiores atores portugueses.
Rui um dos poucos agentes de referência”, elogia.

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Ao longo de uma trajetória de sucesso, agora no ar na novela da TVI ‘Amor à Prova’, Infante “falou algumas vezes do filho adotivo. Falou muito menos vezes, duas ou três, da relação com Rui Calapez. Talvez nos dias do casamento e agora. Rui nunca falou. Do casamento, da relação ou do filho adotivo”.

Por isso, Luís Osório mostra-se “agradecido e surpreendido quando o Diogo nos confessou numa qualquer entrevista que a sua relação ultrapassara os trinta anos – uma relação que, como todas, teve altos e baixos, momentos de dúvida, inquietações, pontos e vírgulas, perigo de parágrafos. Mas resistiu.Trinta anos de vida em comum, é obra”.

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No entanto, considera que “este postal não tinha de ser escrito”: “Afinal, não deveria ser nada de mais. O amor está em crise, as relações ainda mais, mas existem muitos casais que resistem uma vida de mão dada. Só que no mundo aquilo que é óbvio não é tão óbvio assim para muitos de nós”.

“Sim, ver o Diogo Infante a celebrar a sua relação com Rui Calapez não deveria ser um assunto. Até porque os homossexuais que apenas têm, por azar ou opção, relações curtas não perdem os seus direitos ou dignidade por isso. Tal como os heterossexuais. Mas celebrar 30 anos de uma relação entre dois homens ou duas mulheres é ainda muito importante. É um farol contra a intolerância. Contra a hipocrisia. Contra a indigência mental”, reflete Osório.

E deixa o desejo: “Que o Diogo e o Rui possam continuar. Como eu. E tu que me ouves ou lês. Independentemente do que precisas, do que gostas, do que és, merecemos o mesmo destino daqueles dois homens que juntos se tornaram maiores do que já eram”.

“O Diogo sempre iluminado pelos holofotes. O Rui sempre iluminado pela sombra. Trinta anos um com o outro. Trinta anos que aqui celebro como se celebra o que é verdadeiramente importante e inspirador”, remata Luís Osório, no postal diário.

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