Andreia Négrier, de 48 anos, e Vítor Carneiro, de 46, formam um dos casais mais estáveis da sexta temporada de Casados à Primeira Vista.
Desde o início da experiência na SIC, os dois têm demonstrado uma grande sintonia, mas enfrentaram agora o primeiro grande momento de tensão.
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Durante uma sessão com os especialistas do programa, a educadora de infância interrompeu o marido. Vítor não reagiu bem e repreendeu a atitude, um gesto que deixou a concorrente magoada e a levou a isolar-se. Longe do marido, Andreia fez um longo desabafo captado pela produção, onde revelou toda a sua frustração com a dinâmica do casal.
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Sem filtros, a noiva começou por analisar o comportamento de Vítor: “Este bloqueio e sempre que voltarmos a assuntos difíceis vai ser assim. Ele fecha-se. Eu quero entrar e depois julga-me. Não curto isto, senti ali imensas vezes que cada frase minha era interpretada como julgamento ou acusação”.
Visivelmente irritada com a situação, a concorrente questionou a forma como as suas palavras são recebidas: “Como é que as pessoas sentem isto? É o meu jeito, é a forma como eu falo? Expliquem-me! Vejo as pessoas a serem tão agressivas umas com as outras, porra. Tento não ser nada disso e, mesmo assim, não chega? Começa logo a acusar”.
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A discussão despertou memórias de relações anteriores que Andreia tentou deixar para trás, assumindo o receio de repetir velhos padrões: “A forma como ele acusa levanta-me logo uma série de espinhos. E, no passado, quando isso acontecia eu respondia na hora. Há duas relações atrás deixei de fazer isso, mas depois não resulta porque chega a uma altura em que ‘estás-me a acusar e adeus’. É o que vai acontecer aqui”.
A concorrente admitiu ainda que, noutros tempos, a sua reação seria intempestiva: “Levantava-me e saía porta fora. Dava para lá dois gritos e está a andar”. No calor do momento, deixou uma garantia sobre a sua independência: “Não preciso disto. Já deixei bem claro que não preciso disto. Estou bem sozinha”.
Para Andreia, o problema central não foi a interrupção, mas a atitude defensiva do companheiro: “Ele não tem necessidade de se defender, mas o problema é que as pessoas para se defenderem atacam, e eu não consigo suportar isso”.
Numa reflexão final, a educadora de infância comparou a situação ao comportamento de outro noivo da experiência, Carlos, na sua relação com Quinita: “Ontem critiquei o Carlos, que podia ter tido um percurso diferente com a Quinita, e o que é que ele resolve fazer? Sentiu-se atacado, atacou. Mas o que eu ouvi várias vezes foi: ‘porque já lhe expliquei que sou assim e porque tu insistes’, não insisti. Depois não posso sequer interromper para o dizer porque ele perde o fio ao raciocínio. Está complicado, está a bloquear-me”.