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Entre a fé e os negócios: Diogo Alexandre abre o livro sobre a vida antes da televisão

Diogo Alexandre esteve na Casa Feliz a abordar temas como a sua visão financeira, o primeiro casamento, o divórcio doloroso e a conversão à religião mórmon.

Diogo Alexandre esteve à conversa com João Baião e Diana Chaves no programa Casa Feliz.

O antigo vencedor da Casa dos Segredos, que recentemente deu o nó com Carla no Casados à Primeira Vista, aproveitou a ocasião para desvendar aspetos menos conhecidos do seu passado, proporcionando um retrato abrangente sobre as experiências que moldaram a sua personalidade até ao momento de subir novamente ao altar.

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A vertente empreendedora e a gestão rigorosa do dinheiro acompanham o ex-concorrente desde a infância. Durante a entrevista, recordou um episódio marcante dessa fase, quando rejeitou um presente dispendioso. “Houve uma vez que a minha mãe comprou-me uma Playstation 2 e obriguei-me a devolver a Playstation porque eu não jogava aquilo. Vais devolver porque esse dinheiro é importante para outras coisas”, partilhou. Esta visão pragmática manteve-se na adolescência, altura em que comprou a primeira mota aos 17 anos, ainda sem ter carta de condução, com o intuito de rentabilizar o veículo, e fez questão de trabalhar numa oficina de automóveis para dar valor ao esforço de ganhar o próprio sustento.

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O passado amoroso revelou-se um dos pontos mais sensíveis da conversa, com especial incidência no fim do seu primeiro matrimónio.

Diogo Alexandre explicou que a rutura, após seis anos de vida em comum e apenas um de casamento formal, resultou de um problema de adição da ex-companheira. “Eu sentia receio, não me consegui voltar a apaixonar na minha vida. Porque custou-me bastante. Eu investi tanto tempo, tanta dedicação a uma pessoa”, desabafou. O ex-concorrente assumiu ter tomado a difícil decisão de colocar um ponto final na relação por uma questão de sobrevivência emocional mútua: “A partir do momento em que eu já me sinto mesmo a ir ao fundo, vamos os dois ao fundo. Já não consigo continuar à boia”.

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A fase conturbada que se seguiu ao divórcio conduziu-o, de forma natural, à religião mórmon. A adoção desta nova fé impôs regras estritas à sua rotina, como a abstenção total de álcool, tabaco e café, escolhas que o convidado encara com enorme tranquilidade e sustentadas por convicções de saúde física e espiritual. “Para mim, ser mórmon é acabar por ter uma vida, se calhar, diferente do que é normal nos dias de hoje”, sublinhou.

A religião exige também o voto de castidade até ao casamento, um tema que gerou alguma curiosidade na atual companheira durante a noite de núpcias. Diogo recordou a forma direta como tranquilizou Carla: “Nós já estamos casados, portanto não se preocupe”.

Apesar de se confessar um romântico, admitiu ser uma pessoa envergonhada no momento da conquista, o que o impedia de meter conversa com desconhecidas no seu dia a dia. A inscrição no programa da SIC revelou-se a solução para quebrar essa barreira. A ligação com Carla foi imediata logo no altar, marcada por uma sintonia que isolou o casal perante os convidados da cerimónia. “Eu vi no olhar da Carla a delicadeza e confirmou-se vez após vez”, concluiu o recém-casado, mostrando-se seguro e visivelmente apaixonado nesta nova etapa da sua vida.

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