George segue os passos de William em Eton (anuidade de 80 mil dólares)
William e Kate ponderam um “pacto de cavalheiros” com a imprensa, semelhante ao que permitiu ao príncipe namorar Kate longe dos holofotes em St. Andrews

O príncipe George prepara-se para iniciar os seus estudos em setembro próximo, na prestigiada Eton College, a mesma instituição onde o pai, o príncipe William, também frequentou.
Para acautelar a chegada do futuro rei, o colégio exclusivamente masculino já colocou sinais de “Proibido Fotografar” nas vedações exteriores.
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Para proteger a privacidade de George e dos seus colegas, o colégio, segundo a revista ‘Hello!’, quer garantir que “os meios de comunicação e os membros do público não invadam a privacidade dos alunos”.
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Todas as atenções estarão viradas para George enquanto ele dá este passo importante na sua vida, tal como aconteceu com o príncipe William em 1995. Nessa altura, a família real selou um acordo com a imprensa: seriam concedidas sessões fotográficas combinadas, “se o deixassem em paz o resto do tempo”, contou a ‘Hello!’. É provável que se “configure uma situação semelhante para o príncipe George”.
William sempre disse que gostou de poder frequentar Eton “como apenas mais um estudante”. George, como os outros alunos, terá o seu próprio quarto no colégio. Os príncipes de Gales já fizeram saber que, apesar de não pretenderem dar-lhe um smartphone, é provável que receba um telemóvel mais básico para poder comunicar com eles enquanto estiver fora.
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A revista ‘Vanity Fair’ avançou que um “pacto de cavalheiros” poderá estar em cima da mesa entre William e Kate e a imprensa. Este tipo de acordo já existiu nos primeiros tempos da sua própria história de amor, na Universidade de St. Andrews, onde se conheceram como caloiros em 2001.
Nesse período, a publicação relatou que, enquanto William e o príncipe Harry “estivessem a prosseguir os seus estudos, a sua privacidade seria respeitada”. Esta trégua permitiu a William e Kate “construir a sua relação longe dos olhos do público”, conhecendo-se “enquanto levavam uma vida universitária o mais normal possível, longe do frenesim mediático que normalmente rodeia os membros da família real”.
Num episódio de outubro de 2025 do programa ‘The Reluctant Traveler’, da Apple TV+, William confessou ao anfitrião, Eugene Levy, que se lembrava de como os meios de comunicação eram “insaciáveis” quando era criança. Mencionou, em particular, o período do casamento dos pais, o príncipe Carlos e a princesa Diana, que terminou em separação quando William tinha 10 anos. Quando William se tornou adulto, o acordo de cavalheiros permitiu-lhe namorar com Kate durante quase dois anos antes de a relação ser revelada publicamente. Um “nível de discrição tornado possível em grande parte por este acordo de confidencialidade com a imprensa”, frisou a ‘Vanity Fair’.
Curiosamente, o pacto de cavalheiros foi quebrado apenas uma vez, em 2001. Uma equipa de filmagem da Ardent Productions – uma produtora de televisão detida pelo príncipe Eduardo, tio de William – apareceu em St. Andrews. Segundo a ‘Hello!’, foram “imediatamente mandados embora” depois de serem apanhados a tentar filmar William, apenas dois dias após o início da sua vida universitária.
Ao frequentar Eton, George “sempre quis seguir os passos do pai”, contou uma fonte próxima da família à revista ‘People’. Fundada em 1440 pelo Rei Henrique VI, Eton educou não só William e Harry, mas também vinte primeiros-ministros do Reino Unido. A anuidade ronda os 80 mil dólares.
“Ninguém sabe melhor do que William como é crescer na família real”, atirou uma fonte ao ‘The Telegraph’. “Ele está absolutamente determinado a fazer as coisas bem feitas.”
William e Kate já abordaram a questão da imprensa, especificamente sobre a privacidade de George. Quando este era ainda uma criança, “o futuro rei tornou-se um alvo dos paparazzi, para grande preocupação dos pais, dos oficiais de proteção e do Palácio”, recordou o ‘The Telegraph’, que relatou que os fotógrafos “chegaram a construir um esconderijo na bagageira de um carro”.
William e Kate, então duques de Cambridge, agiram. Emitiram um comunicado cuidadosamente redigido, que se tornou “arrepiante” nos detalhes dos “incidentes de assédio de paparazzi ao príncipe George”. O comunicado classificava a situação como “atividade cada vez mais perigosa” e “angustiante em torno de um menino de dois anos”. “Em grande parte, funcionou”, garantiu o ‘The Telegraph’.
George e os irmãos, a princesa Charlotte e o príncipe Louis, cresceram em grande parte longe dos holofotes, com exceção de eventos públicos como o ‘Trooping the Colour’ e o Natal em Sandringham.
“Eles têm sido muito cuidadosos para não pressionar nenhum deles a aparecer em palco público com demasiada frequência”, disse Ailsa Anderson, antiga secretária de imprensa da Rainha Isabel II, à ‘People’. “Tem sido uma introdução suave à vida real, que permitiu ao príncipe George construir a sua confiança.”
Agora, é em Eton que essa confiança vai continuar a ser construída. “A experiência de William em Eton foi feliz, mas tanto ele como Catherine percebem que a vida escolar dos seus filhos pode ser consideravelmente diferente no mundo de hoje”, admitiu o biógrafo real Russell Myers ao ‘The Telegraph’. Ao que parece, Eton está disposta a apoiar George na sua busca por privacidade enquanto cresce. Embora entre no colégio aos 13 anos, sairá aos 18, pronto para o próximo capítulo da sua vida real.