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Despejado pelo senhorio: Vencedor do «Secret Story» fica sem casa e tem menos de um mês para mudar de vida

Tiago Rufino revoltado após ser alegadamente, obrigado a abandonar habitação em Lisboa

O ex-concorrente do reality show da TVI partilhou a situação delicada em que se encontra após o senhorio ter, alegadamente, recuado na renovação do contrato.

Tiago Rufino recorreu às suas plataformas digitais para partilhar um momento de grande aflição pessoal. O vencedor do «Secret Story» revelou ter sido confrontado com a ordem de despejo do apartamento onde residia há cerca de uma década na zona de Lisboa, dispondo de escasso tempo para encontrar uma nova habitação.

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Malta, fui posto na rua e agora não tenho para onde ir viver. Eu estou a viver em Lisboa há cerca de 10 anos e desde que vim para Lisboa sempre vivi na mesma casa, com o mesmo senhorio. Pagava uma renda mais ou menos de 560 euros num T2, sendo que a casa é velha e tem dois quartos, mas são interiores, mas pagava os 560 com água, luz e internet incluído“, começou por recordar o jovem, explicando o histórico de alterações contratuais que aceitou ao longo do tempo.

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Segundo o ex-concorrente da TVI, as renegociações foram uma constante, resultando na perda de regalias e no aumento progressivo do valor mensal. “Passado uns três anos de estar aqui, o senhorio disse que era para mudar o contrato porque já não fazia mais sentido. Então mudei o contrato e na altura fiquei a pagar menos, 500 euros até, e fiquei a pagar a luz, a água, o gás e a internet por minha conta. Passados dois anos, ele mandou uma carta a dizer que não queria renovar o contrato. Eu liguei, fiquei um pouco preocupado, e ele disse para eu não me preocupar porque supostamente ele queria fazer um novo contrato, aumentar o valor da renda um pouco mais e não aquela percentagem obrigatória por lei. E aumentou para 600 euros“, explicou.

O processo repetiu-se posteriormente, fixando a renda nos 700 euros. Contudo, a situação agravou-se no corrente ano. “Desta vez ele mandou-me uma carta para aí há quatro, cinco meses novamente. Eu recebi a carta a dizer que ele não queria renovar o contrato. Eu voltei a ligar para ele e ele voltou-me a dizer o mesmo: ‘Tiago, é o mesmo de sempre, não se preocupe. Quando chegarmos ao final de agosto vamos fazer um novo contrato, vai aumentar a renda para 850 euros’. Ou seja, ele queria aumentar 150 euros de renda. Já fica um pouco complicado para mim porque, pronto, vivo sozinho. Contudo, é as regras dele e eu disse: ‘Ok, eu aceito’. Vai ser um pouco complicado para mim, mas eu aceito. Entretanto, fiquei descansado“, confessou.

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A surpresa surgiu em pleno mês de agosto, altura em que o proprietário recuou na palavra dada. “Ele liga-me e diz que afinal já não quer renovar o contrato. Diz que como a casa estava bastante velha, pode fazer obras profundas (…) e disse que eu tinha que sair até ao final do mês. Posto isto, vou ficar sem casa e tenho menos de um mês para conseguir uma casa. Grande parte do que está aqui é meu, não tenho onde pôr isto caso não arranje uma casa rápido, além de ter que ir pagar alugar alguma coisa provavelmente esporádica, ainda tenho que pagar para guardar as minhas coisas“, lamentou.

Sem esconder a preocupação, Tiago Rufino admitiu a angústia em relação ao futuro imediato. “Estou agora aqui numa situação de desespero porque não tenho onde viver, não tenho para onde ir. Quer dizer, tenho, se for para a casa da minha mãe, que é no Norte, mas eu queria continuar cá em Lisboa, o meu trabalho está cá em Lisboa. Estou numa situação bastante complicada e não acho isto nada justo“, desabafou, acrescentando: “Está muito difícil de conseguir uma casa, está difícil até arranjar um quarto, há pessoas a pagar 700, 800 euros por um quarto. Imaginem agora como é que eu vou conseguir arranjar uma casa para poder levar o meu cão, poder levar as minhas coisas? E não acho que o senhorio tenha sido justo comigo, porque pelo menos tinha-me dito lá há quatro, cinco meses que realmente não ia renovar o contrato e eu tinha tempo para me organizar“.

 

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