O festejo do jogador do Paris Saint-Germain está a ser apontado como um tributo à sua falecida mãe e ao malogrado colega Diogo Jota.
A Seleção Nacional entrou com o pé direito no Mundial 2026 esta quarta-feira, 17 de junho, num desafio disputado nos Estados Unidos frente à RD Congo. O arranque da partida não podia ter sido mais favorável para as cores portuguesas, com o primeiro golo a surgir logo nos instantes iniciais da contenda.
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O cronómetro ainda não tinha atingido a marca dos seis minutos quando João Neves inaugurou o marcador, fazendo balançar as redes da baliza adversária e inaugurando a contagem de Portugal na principal competição planetária. Contudo, foi a reação do camisola número dezoito ao golo que verdadeiramente captou a atenção e a emoção de todos os que assistiam ao confronto.
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Assim que a bola cruzou a linha de golo, o jovem médio do Paris Saint-Germain (PSG) desenhou um festejo carregado de simbolismo, simulando um beijo e apontando convictamente com as mãos em direção ao céu. O momento, que rapidamente se tornou viral nas redes sociais, gerou uma forte onda de comoção e está a ser lido pela imprensa e pelos adeptos sob duas perspetivas muito íntimas.
Por um lado, o gesto é visto como uma sentida e habitual homenagem de João Neves à sua mãe, Sara Gonçalves, que faleceu no ano de 2024, vítima de uma doença prolongada. Por outro lado, vários quadrantes associam também o tributo a Diogo Jota, o avançado da equipa das quinas que perdeu tragicamente a vida num acidente de viação no decorrer do ano passado, deixando uma marca profunda no seio do grupo de trabalho da equipa nacional.
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