A princesa herdeira Mette-Marit da Noruega, de 52 anos, foi submetida a um transplante pulmonar. A confirmação da Casa Real norueguesa, divulgada esta quarta-feira, 17 de junho, trouxe um alívio após meses de espera.
A intervenção cirúrgica decorreu no Hospital Universitário de Oslo Rikshospitalet e, segundo a informação oficial, foi “bem-sucedida”. O professor Are Holm, do Hospital Universitário de Oslo, adiantou no comunicado, citado pelo Público: “Como todos os doentes recém-transplantados, a princesa herdeira permanecerá no hospital durante várias semanas”.
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O príncipe Haakon e a princesa Mette-Marit expressaram a sua gratidão pelas “calorosas e gentis” mensagens de apoio que receberam.
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Diagnosticada com fibrose pulmonar em 2018, a mulher do príncipe Haakon viu a sua saúde piorar progressivamente, o que a colocou na lista de espera para o transplante. Numa das suas últimas aparições públicas, Mette-Marit necessitou de usar oxigénio suplementar. Haakon, antes da cirurgia, não escondeu a sua preocupação: “Nos últimos seis meses, a sua evolução tem sido aceitável, embora tenhamos passado por diferentes fases”, admitiu.
Para além dos desafios de saúde, a princesa enfrentou recentemente o drama pessoal da condenação do filho, Marius Borg, de 29 anos, a quatro anos de prisão. O Tribunal Distrital de Oslo considerou-o culpado de dois crimes de violência e violação contra várias mulheres.
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O tema foi amplamente debatido no programa V+ Fama. Antonio Leal e Silva mostrou-se surpreendido e felicitou a princesa. “Hoje em dia não há dúvida nenhuma que em termos europeus consegue, já existe um banco de dados em que as coisas são passadas de país em país, pensando que as novas tecnologias trouxeram coisas más, mas trouxeram coisas boas porque conseguem dar acesso às coisas com muito mais rapidez”, explicou, sublinhando que “metendo os dados todos num banco de dados é mais fácil surgir alguém que seja compatível e que se possa transplantar”. O comentador confessou-se “muito contente pela MedMarie, como fico contente por todas as pessoas que neste momento estão a sofrer doentes em casa”.
Adriano Silva Martins questionou se tal seria possível “De um país como a Noruega?”. Leal e Silva reforçou a importância da saúde: “a pessoa quando lhe falta a saúde é que sente a importância que a saúde tem, que é tudo na nossa vida. Nós sem saúde não conseguimos nada”.
Claudia Jacques confirmou que “A princesa realmente estava ultimamente a sofrer muito”. Detalhou a sua condição: “Estava a sofrer muito com esta doença pulmonar, fibrose pulmonar, porque tinha realmente muita dificuldade em respirar. A fibrose vai endurecendo o pulmão e é difícil oxigenar e isso provocava-lhe dor e cansaço”. A comentadora sublinhou que Mette-Marit estava “cada vez mais num estado muito crítico e foi uma sorte ter conseguido então este transplante. Ao que parece a cirurgia correu bem”. A esperança agora é que “não haja complicações na recuperação”, acrescentou.
Um dos oradores presentes no debate desejou “as melhoras, uma rápida recuperação e que continue connosco, obviamente, por muitos mais anos” à princesa, que é “muito nova, com 52 anos”. Adriano Silva Martins lembrou que Mette-Marit é essencial para os filhos e o marido, que é “dedicadíssimo”. “Tanto a filha mais velha, que vai ser futura rainha da Noruega, como o marido, ele sim futuro rei, adiaram as suas agendas para estar próximo do momento parto”, garantiu.
Adriano Silva Martins atirou ainda: “é verdade que a esta mulher tudo lhe acontece, tudo lhe tem acontecido no último tempo”, com Claudia Jacques a reforçar: “Anos horríveis”. O comentador recordou a condenação do filho e “aquelas coisas ligadas no caso Epstein”. António Leal e Silva concluiu, reiterando a sua prioridade: “eu acho que para mim de todos os maus, o pior sempre é a minha saúde. Porque sem saúde nós não conseguimos resolver”.