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Helena Coelho ataca “ódio seletivo”: “Quando deixamos de procurar a verdade, todos perdemos”

Empresária lamenta ser associada a ideias de discriminação que não correspondem à realidade nem aos valores pelos quais vive

Helena Coelho entra novamente em cena nas redes sociais, mas não pelos melhores motivos.

Depois de ter dado que falar com a sua opinião sobre o concerto de Bad Bunny em Lisboa, a influencer voltou a ser alvo de críticas. Desta vez, o burburinho nasceu de um evento com seguidoras, para o lançamento de um produto da sua marca, onde foi acusada de falta de representatividade.

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Perante o cenário, Helena Coelho decidiu emitir um comunicado, onde esclareceu a sua posição. “Tenho acompanhado os comentários que surgiram nas últimas horas e gostava apenas de esclarecer um ponto, e será a única vez que vou falar sobre isso”, começou por dizer, sublinhando os valores que ensina à filha: “Todos os dias, procuro ensinar à minha filha que o valor de uma pessoa nunca está na cor da pele, na origem, na religião ou em qualquer outra característica que não escolheu. Está na forma como trata os outros. É exatamente assim que vivo a minha vida”.

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A empresária fez questão de detalhar o processo de seleção para o evento. As seguidoras, garantiu, foram escolhidas através de um sorteio que envolveu cerca de mil inscrições. “Nesse processo nunca existiu qualquer informação sobre etnia, cor da pele ou qualquer outra característica física. Apenas nomes e contactos para que o sorteio pudesse ser realizado de forma justa”, frisou, lamentando ser associada a preconceitos: “custa-me profundamente ver ser associada a uma ideia de discriminação que não corresponde à realidade nem aos valores pelos quais vivo “.

Helena Coelho atirou ainda contra o que considera ser um “ódio seletivo”. “Entristece-me ver este ódio seletivo ser usado como ferramenta de divisão ou para gerar alcance gratuito nas redes sociais. Quando deixamos de procurar a verdade para alimentar narrativas pessoais, todos perdemos”, defendeu, reforçando a sua crença na igualdade de tratamento: “Continuarei a acreditar que as pessoas devem ser tratadas exatamente da mesma forma: com respeito, dignidade e igualdade. Continuarei a escolher o respeito em vez do julgamento, a verdade em vez da narrativa e a união em vez da divisão.”

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