O programa V+ Fama analisou uma nova polémica a envolver Elma Aveiro.
A irmã de Cristiano Ronaldo está a ser acusada por seguidores nas redes sociais de vender peças de roupa contrafeitas, devido a uma alegada mistura de marcas concorrentes no mesmo artigo de vestuário.
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Adriano Silva Martins introduziu o tema, recordando que não é a primeira vez que a empresária enfrenta este tipo de suspeitas no espaço público. “Roupa falsa com a assinatura de Cristiano Ronaldo. António, já no final do ano passado tínhamos falado aqui porque um ex-colaborador tinha acusado a Elma de vender umas camisolas falsas com os autógrafos do irmão”, recordou o apresentador, sublinhando que a nova controvérsia surge por a roupa exibida levantar muitas dúvidas.
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António Leal e Silva saiu em defesa de Elma Aveiro, considerando as acusações descabidas e injustas. “É assim, eu acho que no meu entender acho que aqui há um bocadinho de perseguição. Até porque essa história é antiga”, afirmou o comentador. Garantindo a sua total isenção no assunto, reforçou a confiança na empresária: “Eu não acredito que a Elma, que eu conheço e de quem eu muito gosto, tenha ou precise de entrar numa situação de vender produtos contrafeitos e produtos falsos ou produtos que não são sérios.”
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A confusão instalou-se sobretudo devido a um vestido que apresentava identificações de diferentes marcas desportivas. Cláudia Jacques explicou os detalhes que foram notados pelos seguidores mais atentos. “A peça tem à frente Adidas e tem a etiqueta da Nike”, esclareceu. A comentadora detalhou ainda mais as incoerências do artigo: “Quando tu falaste em três, é que aquele da Federação é da Puma. Por isso há um da Federação que é da Puma, há um da Adidas e uma etiqueta da Nike. Há quem diga que aquele vestido nem sequer existe, aquele modelo na Adidas.”
Enquanto Adriano Silva Martins sugeria que a etiqueta de papel poderia pertencer a outra peça que estivesse pendurada no mesmo cabide, Pimpinha Jardim alertou para os perigos deste tipo de julgamento apressado. “Eu concordo aqui com o António no que toca à imagem das pessoas, das acusações, das redes sociais, porque realmente é muito feio”, lamentou. A comentadora criticou a rapidez com que a imagem pública é afetada nestes casos: “A verdade é que o nome já está manchado, já toda a gente falou sobre o assunto, já a Elma já foi acusada.”
Para justificar a partilha do vídeo que acabou por gerar a polémica, António Leal e Silva apontou a habitual forma de ser de toda a família. “Eu acho que uma das coisas que as caracteriza, sinceramente, e isto é uma coisa muito honesta, é que elas são umas pessoas muito espontâneas (…) Às vezes a pessoa publica sem ter consciência disso”, argumentou o comentador. A fechar o debate, o apresentador do programa deixou um desafio aos autores das desconfianças: “Olha, quem a acusou, agora que prove.”