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Inês Morais desvaloriza palavras impulsivas [4 chapadões] de Marisa Susana contra Bruno Simão

Marta Cardoso confrontou Inês Morais com as palavras impulsivas proferidas durante a dinâmica do programa.

Na emissão do Extra desta madrugada, eles abordaram mais uma discussão acesa protagonizada por Marisa Susana e Bruno Simão.

Durante a dinâmica da cadeira quente, a tensão subiu de tom quando a concorrente admitiu que talvez tivesse sido melhor o colega levar quatro chapadas, o que motivou a saída imediata de Bruno da sala.

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O momento foi dissecado por Inês Morais, após a questão levantada por Marta Cardoso sobre quem teria razão no conflito. A comentadora natural de Viseu, começou por relativizar a atitude de Bruno Simão, apontando que a sua presença na dinâmica tem pouco peso para o enredo televisivo: “Nenhum. Ou os dois. Se ele quiser abandonar, que abandone. Para mim e o Bruno, em termos de jogador, ele abandonar uma cadeira quente ou estar lá… Estar lá ou não estar…”

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Já relativo à postura de Marisa Susana, ela defendeu que a colega de programa sofre pela sua transparência absoluta. “O que ela diz não é giro de se dizer. No entanto, a Marisa Susana faz uma coisa que… Ela parece… Ela fala exatamente aquilo que está a pensar”, explicou. Inês garantiu não acreditar em intenções violentas, justificando as declarações polémicas com o calor do momento: “Eu acredito perfeitamente quando ela diz que nunca bateria em ninguém e nunca bateu em ninguém e não ia ser a primeira vez. Mas como ela estava irritada, dizia, pá, leva-as. De género, porque lhe saiu, porque lhe passa e porque diz. Ela não filtra nada do que diz.”

A apresentadora interveio para questionar se a autenticidade serve de justificação, perguntando se uma afirmação passa a ter menos importância apenas por ter sido dita sem filtro. Inês Morais admitiu que, embora possa ser uma perspetiva errada da sua parte, tende a ser mais tolerante com reações impulsivas de cabeça quente do que com estratégias frias. “Para mim, muito honestamente, respondendo, acho que uma pessoa mais genuína a dizer tudo o que lhe vai na cabeça, eu levo menos a mal do que se for uma pessoa super populista”, confessou a comentadora.

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A antiga vencedora do reality show concluiu o seu raciocínio reforçando que a televisão permite distinguir os comportamentos autênticos das atitudes premeditadas. “Neste programa, de facto, nós conseguimos ver quem é que é autêntico e quem é que é genuíno e quem é que é forçado e calculista. Por isso, muito erradamente, se calhar, eu acho que, para mim, passava mais pano numa pessoa genuína a dizer uma barbaridade do que uma pessoa calculista a dizer uma barbaridade“, rematou Inês Morais.

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