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Sérgio Rossi fala sobre caso de violência doméstica: “Ela premeditou muito, por ciúmes…”

Cantor desabafa sobre os dois anos "penosos" que viveu após queixa da ex-namorada, Ana Rita, agora arquivada...

Sérgio Rossi respira de alívio. O processo de violência doméstica que o opunha à ex-namorada, Ana Rita, foi arquivado a 28 de setembro de 2026, uma semana antes de o cantor se sentar no sofá do ‘Olá, Bom dia’, da CMTV.

A queixa, apresentada pela antiga companheira, arrastou-se por mais de dois anos, desde setembro de 2024, e marcou profundamente a vida do artista.

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Leo Caeiro, um dos anfitriões do programa, recordou a conversa telefónica da semana anterior com o cantor, antes de Sérgio Rossi partilhar o peso que lhe foi retirado. “Foi o tirar um peso de cima das costas”, admitiu, descrevendo os últimos dois anos como “muito penosos”.

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O impacto na sua imagem pública foi devastador. Sérgio Rossi, que gravou o seu primeiro disco em 1998 e construiu uma carreira sólida com concertos para milhares de pessoas e vários discos de ouro e platina, viu o seu nome manchado. “Mexeu muito, essencialmente com o meu psicológico, porque eu já perdia quase a coragem, primeiro que eu voltasse aos palcos de novo”, confessou.

Leo Caeiro perguntou se sentiu vergonha de encarar o público. “Eu vou-te ser sincero, quando saiu as notícias e as capas do ‘Rei da Manhã’, saí tudo. Eu sentia-me envergonhado porque eu sempre tive uma imagem muito limpinha na minha vida, sempre tive uma imagem muito sóbria na minha carreira”, explicou o cantor. Contou ainda que acordou e viu “os 3 canais a falarem do meu nome como se fosse, como a acusarem-me a ser nas redes sociais”.

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Ricardo Martins Pereira, outro comentador do ‘Olá, Bom dia’, quis saber o que estaria na origem da queixa. Sérgio Rossi não hesitou: “Esta queixa está na base de que nós estávamos no princípio do fim do nosso relacionamento. E eu creio que a Ana Rita premeditou muito, por ciúmes, esta armadilha”.

O cantor deu um exemplo concreto da alegada premeditação. Enquanto estava em Salvador da Bahia para um concerto de dois ou três dias, a ex-namorada “deixou a minha casa de Lisboa, o meu apartamento em Lisboa, completamente limpo”.

O relacionamento durou quatro anos, um período que Leo Caeiro considerou “muito tempo”. Sérgio Rossi e Ana Rita partilhavam casa, e a notícia da queixa de violência doméstica foi um choque. “Foi um murro no estômago?”, questionou o apresentador.

Sérgio Rossi revelou que agiu antes mesmo de a notícia se tornar pública. Depois de um concerto em Viana do Castelo e de uma “direta”, regressou a casa e deparou-se com o incidente. Naquela manhã, antes de um concerto no Catujal, procurou o professor Mário Andréa e enviou fotografias ao seu advogado. Este último, aconselhado por um amigo em comum, foi perentório: “Sérgio, tu tens que ir imediatamente fazer exames médicos e tens que ir imediatamente fazer queixa contra a Ana Rita”.

Para evitar a exposição mediática em Portugal, o cantor optou por uma clínica em Espanha. “Eu sabia que se fosse a um hospital em Portugal ou se fosse a qualquer sítio, que aquilo ia dar asas logo a muitas perguntas e investigação”, justificou. As lesões eram visíveis: “hematomas no peito, olho negro, arranhões e nóduas negras nos braços e nos antebraços”. Queria “deixar as coisas escondidas” e “esfriar a cabeça” antes de lidar com a situação.

A queixa contra a ex-namorada acabou por ser formalizada. “Depois fiz queixa contra ela, sim, porque se eu não tenho feito, a minha vida estava desfeita nessa altura”, garantiu.

Ricardo Martins Pereira questionou se houve alguma situação que Ana Rita pudesse ter interpretado como violência doméstica por parte de Sérgio Rossi. O cantor foi categórico: “Da minha parte para com ela, eu apanhei uma loba quando cheguei a casa de manhã naquele dia. Ela não estava a dormir sequer, conforme foi dizer nas declarações dela. E estava à minha espera”.

Sérgio Rossi contou que a última vez que Ana Rita falou consigo foi “às 2 e tal da manhã”, antes do seu regresso do concerto no Norte. Leo Caeiro ainda tentou perceber o motivo da conversa, mas a entrevista terminou.

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