Catarina Miranda em fúria com Diogo Cunha: “Quem não é pós-beijo não é pós-abraço!”
A jovem ribatejana do 'Big Brother All Stars' não perdoa a decisão do colega e faz uma dura acusação...
A ‘Gala’ do ‘Big Brother All Stars’ de 5 de outubro de 2026 trouxe à tona uma tensão palpável entre Catarina Miranda e Diogo Cunha.
Na “cadeira quente”, a concorrente não poupou críticas à postura do colega, culminando numa declaração de rutura de confiança.
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Catarina Miranda começou por recordar a semana que antecedeu a discussão, onde Diogo Cunha, segundo ela, tentou que fosse o “voto expiatório” do grupo. “Estive a semana toda a dizer, então como é que é, Miranda, podes ser o nosso voto expiatório, que era para nos espetarem sempre com o colar da nomeação direta”, contou, garantindo que recusou a proposta.
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A concorrente explicou que Diogo só os considera quando lhe convém. “Nós só contamos para o Diogo quando é para ele nomear pessoas e na maioria das vezes para ele não ficar lá”, atirou. Para Catarina, a situação torna-se ainda mais grave quando se trata de “benesses” – poderes ou privilégios no jogo.
O ponto de discórdia principal foi a decisão de Diogo Cunha em atribuir uma “bola preta” – um acessório com um poder específico – à concorrente Jéssica. Catarina Miranda frisou que havia outros elementos do quarto, como ela própria e David, que poderiam ter recebido essa vantagem. “Havia pessoas do nosso quarto com bola preta e o Diogo decidiu dar à Jéssica”, lamentou.
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Questionada pela voz do ‘Big Brother’ sobre quem do seu quarto poderia ter recebido a benesse, Catarina Miranda não hesitou: “Eu e o David”. Sublinhou que, apesar de David não ter acessório, ela própria poderia ter recebido o que Diogo tinha, referindo-se a um boné.
Catarina Miranda prosseguiu a sua análise, lembrando que Jéssica já tinha estado envolvida em “chupa-chupas” – uma prova ou dinâmica do jogo – com Ana e outra concorrente, e que já se previa que seria alvo de nomeações. A sua lógica era clara: se Jéssica saísse, Daniela não seria nomeada, o que colocaria Jéssica “do outro lado da barricada” em relação ao grupo de Diogo.
A concorrente culminou o seu desabafo com uma frase que a mãe lhe ensinou: “a minha mãe sempre me ensinou: quem não é pós-beijo não é pós-abraço”. E foi categórica na sua conclusão: “a partir de hoje eu não consigo confiar mais no Diogo, porque o Diogo, quando foi para nos poder dar uma benesse, não nos deu. Mas quando é para combinar nomeações, a gente já conta para ele”.
Helena Isabel, que acompanhava a discussão, admitiu que “em parte, percebe o que é que a Catarina diz”. No entanto, lembrou que “não podemos depositar expectativas nas pessoas e depois todas as pessoas têm ligações diferentes”. A concorrente sugeriu que Diogo Cunha poderia ter uma ligação mais forte com Jéssica do que com Catarina.
Catarina Miranda rapidamente interveio, frisando que “já é a segunda vez que isto acontece”.
Helena Isabel continuou a sua reflexão, reconhecendo que, apesar de não atuarem em grupo, ela própria salvaria Catarina de uma nomeação. Admitiu ser “uma batata” em estratégias, preferindo agir “com o coração”. Ainda assim, ponderou que Diogo, pensando no jogo, poderia ter beneficiado alguém que o pudesse proteger, como Catarina, que o “iria tirá-lo da chapa” se estivesse em perigo.
Catarina Miranda concordou com a ideia de “manejar a gestão” do jogo.
Helena Isabel, por sua vez, disse ser “indiferente” e que não iria questionar as decisões de Diogo, tal como não gosta que a questionem a ela.
Catarina Miranda, porém, não se calou: “Mas não pode estar a semana inteira a querer combinar ministérios e a querer pôr o cargo dele”.
Miguel Vicente, outro concorrente, ofereceu uma perspetiva ligeiramente diferente. Concordou com Helena Isabel que as ligações entre as pessoas são sentidas de maneiras distintas, reforçando a ideia de que a perceção de uma ligação pode não ser mútua.