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Jim Carrey emocionado com a morte de Chuck Russell, o realizador de ‘A Máscara’ que o lançou

O ator elogia o legado do cineasta, que dirigiu o filme de 1994, nomeado para um Óscar e que catapultou a sua carreira e a de Cameron Diaz.

Jim Carrey não escondeu a tristeza com o desaparecimento de Chuck Russell, o realizador que o dirigiu em ‘A Máscara’. O cineasta morreu na quarta-feira, 22 de julho de 2026, aos 74 anos, e o ator, de 64, fez questão de homenageá-lo, lembrando o privilégio de terem trabalhado juntos.

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“Considero um privilégio ter trabalhado com Chuck Russell, que, durante as filmagens de ‘A Máscara’, criou uma atmosfera exuberante e infantil de deslumbramento e camaradagem no seu set”, disse Carrey num comunicado divulgado na sexta-feira, 24 de julho de 2026. O ator garantiu que “todo o elenco e equipa foram tocados e inspirados pela sua alegria”.

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Carrey frisou que todos os envolvidos foram “abençoados por muitos anos por aquele momento vibrante e intemporal”. Atirou, ainda, que ‘A Máscara’ é “uma das joias da sua vida criativa”, terminando com um simples “Obrigado, Chuck”.

O filme ‘A Máscara’, de 1994, foi um dos grandes momentos iniciais da carreira de Jim Carrey, a par de ‘Ace Ventura: Detetive Animal’ e ‘Doidos à Solta’, todos lançados no mesmo ano. Na comédia, Carrey interpretou Stanley Ipkiss, um bancário tímido que encontra uma máscara mágica, capaz de o transformar num brincalhão super-herói de rosto verde, com a capacidade de alterar a si mesmo e o ambiente com uma facilidade quase caricatural.

Jim Carrey emocionado com a morte de Chuck Russell, o realizador de 'A Máscara' que o lançou
Jim Carrey emocionado com a morte de Chuck Russell, o realizador de ‘A Máscara’ que o lançou

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Além de ter Jim Carrey no papel principal, ‘A Máscara’ marcou a estreia de Cameron Diaz no grande ecrã. O sucesso de bilheteira valeu ainda uma nomeação para os Óscares pelos efeitos visuais, desenvolvidos pela Industrial Light and Magic de George Lucas.

O filme arrecadou mais de 350 milhões de dólares em todo o mundo, com um orçamento de produção de 18 milhões de dólares.

Chuck Russell morreu a 22 de julho de 2026, na sua casa na área de San Diego, nos Estados Unidos. A causa da morte não foi revelada, mas foi declarado morto depois de os bombeiros locais terem respondido a um alerta de emergência médica na sua residência, onde foi encontrado inconsciente.

Ao longo da sua carreira, Russell dirigiu outros filmes notáveis como ‘Pesadelo em Elm Street 3: Os Guerreiros dos Sonhos’ (1987), ‘A Bolha Assassina’ (1988), ‘Eraser – Agente de Elite’ (1996) e ‘O Rei Escorpião’ (2002). A sua filmografia inclui ainda ‘Junglee’ (2019), ‘Paradise City’ (2022) e ‘Witchboard’ (2024), este último também escrito por si. Russell teve um papel crucial no lançamento de carreiras de estrelas como Jim Carrey, Cameron Diaz e Dwayne “The Rock” Johnson.

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