Menos vagas, mais exigência: Diogo Piçarra antecipa a nova edição do The Voice Kids
O músico volta a sentar-se na cadeira do formato da estação pública. Entre elogios à química do painel, assume que terá de pensar muito bem antes de carregar no botão vermelho.
O The Voice Kids está prestes a regressar aos ecrãs da RTP1 e Diogo Piçarra volta a assumir o seu lugar numa das famosas cadeiras giratórias.
O cantor e compositor português não esconde a alegria por embarcar em mais uma temporada do formato dedicado aos talentos mais novos, destacando de imediato a importância de o painel de mentores não ter sofrido alterações.
“É ótimo estar de volta ao The Voice Kids. Fiquei muito feliz com a anterior edição. O ano passado estivemos aqui os quatro e fico ainda mais feliz por estar de volta ao The Voice Kids e, ainda para mais, estar com os mesmos mentores”, começou por confessar o artista. A estabilidade e a cumplicidade do grupo são vistas como grandes trunfos para a dinâmica do programa. “Acho que houve uma boa química, damo-nos todos muito bem e cá estamos nós, mais uma vez, pela segunda vez consecutiva no The Voice Kids. Desta vez, para uma edição com menos vagas, por isso temos de pensar muito, muito melhor antes de carregar, mas vai ser bom, vai ser com muito talento, muita magia, muita emoção e estou com muita expectativa para esta edição.”
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Esta alteração nas regras do concurso obriga, naturalmente, a uma postura diferente na fase das audições. O nível de performance terá de roçar a perfeição logo no primeiro impacto, não deixando grande margem para falhas normais da idade. “Nesta edição não pretendo fazer nada diferente. Claro que a diferença é que temos menos vagas, então o nível de exigência terá de ser um bocadinho maior”, explicou Diogo Piçarra. “Não podemos carregar sempre ou dar sempre algum benefício da dúvida, do género ‘se calhar o concorrente está nervoso, mas vou carregar à mesma porque há de ter outra oportunidade de mostrar o seu talento’. Nesta edição isso, se calhar, vai acontecer menos vezes, pelo simples facto de não haver tantas vagas. As expectativas são sempre altas.”
Apesar da triagem muito mais rigorosa, o músico garante que os novos candidatos vão voltar a impressionar o país inteiro. “Há sempre muito talento, há sempre muitas surpresas, quer sejam em termos de voz, de estilo, de escolhas musicais.” E quando a excelência pisar o palco, a batalha entre as cadeiras promete ser intensa e sem tréguas, impulsionada pelas novas dinâmicas introduzidas pela produção.
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“Os próprios mentores também dão muita luta. Há este botãozinho do mega bloqueio em que podemos bloquear automaticamente todos os outros mentores e o concorrente fica imediatamente comigo“, revelou, visivelmente entusiasmado com o poder da nova ferramenta, que o ajudará a garantir as melhores vozes infantis e juvenis. “Há ainda um bloqueio individual para cada um dos mentores, por isso a expectativa é alta. Claro que as regras mudaram, mas a vontade de ganhar continua a mesma e eu pressinto que poderá ser este ano. Espero“, rematou.