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“Não há almoço de borla”: António Leal e Silva desmonta a relação interesseira entre Carlos Castro e Renato Seabra

O caso de Carlos Castro e Renato Seabra esteve em debate no V+ Fama. António Leal e Silva analisou a troca de interesses e as dinâmicas do mundo da moda.

Hoje no programa V+ Fama, Adriano Silva Martins recebeu Pimpinha Jardim, António Leal e Silva e Pedro Capitão para uma emissão onde a morte de Carlos Castro voltou a estar em debate.

Após a análise a uma entrevista de Cláudio Montez, o painel debruçou-se sobre as motivações de Renato Seabra e as dinâmicas de interesse daquela relação fatal.

António Leal e Silva tomou a palavra para desconstruir as ilusões de quem procura o sucesso a qualquer custo, explicando a dinâmica entre os dois: “O Carlos achou piada ao miúdo, o miúdo queria-se promover e o Carlos começou a embriagar o miúdo, que é o truque que toda a gente usa”. O comentador foi perentório ao garantir que o envolvimento era real e motivado por interesses: “Há uma coisa que as pessoas têm de perceber, convém que percebam, que não há almoço de borla. E quando uma pessoa acha que é muito esperta, a outra não é assim tão estúpida”.

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Sobre as viagens internacionais financiadas pelo cronista, António confessou a sua perplexidade perante a inércia dos familiares do jovem de Cantanhede: “Eu acho muito estranho um filho de alguém ir para um sítio e aparecer em casa carregado de coisas. O miúdo não tinha dinheiro nem para comer um gelado”. O comentador continuou o seu raciocínio: “Uma relação entre um homem de 60 anos e um miúdo de 20, que ainda por cima vai com ele viajar para todo o lado, não gasta dinheiro nenhum, não tem independência económica, e que é o Carlos que banca aquilo tudo e ainda traz presentes para toda a gente, eu enquanto família acharia estranho”.

Pedro Capitão acompanhou a visão do colega, considerando que o jovem usou o cronista social como um trampolim: “O Renato Seabra estava na sua plena consciência daquilo que queria e o Carlos Castro era aqui uma rampa de lançamento para o Renato”. O ex-concorrente referiu-se ao desfecho do crime como uma: “má gestão emocional por parte do Renato Seabra que as coisas fugiram totalmente do controlo”. Adriano Silva Martins interveio de imediato para corrigir a suavidade da expressão, atirando: “O que houve foi um aproveitamento claro e depois houve um final trágico”.

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António Leal e Silva aproveitou o momento para explicar os bastidores do mundo da moda e as falsas esperanças criadas: “Em moda, ninguém ajuda ninguém. Ou vocês têm mérito e as agências. Quem ajuda as pessoas em moda são agências. Não são os amiguinhos, nem aquilo que se conhece na net”. O comentador teorizou sobre o momento de rutura em Nova Iorque: “O miúdo apercebeu-se que estava ali num enredo um bocadinho confuso. Achou que talvez cedendo um bocadinho podia atingir. E o miúdo antecipou-se, mas se calhar cedeu demais e depois percebeu que aquilo espremido não dava nada”.

A fechar o debate, Pimpinha Jardim deixou uma nota de reflexão sobre o impacto do crime em todos os envolvidos: “Esta história a mim deixa-me sempre com um sentido amargo porque aqui perderam-se duas vidas. Perdeu-se a do Carlos e também se perdeu a do Renato porque ficou lá. Temos aqui duas famílias que perderam duas pessoas. Independentemente daquilo que se possa dizer, eu gosto sempre de ter muito cuidado para não magoar nenhum dos lados”.

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