Hoje, dia 11 de maio de 2026, no programa V+ Fama, Adriano Silva Martins recebeu Pimpinha Jardim, António Leal e Silva e Pedro Capitão para uma emissão repleta de comentários e opiniões sobre o universo dos famosos.
Entre os temas em destaque estiveram as mais recentes críticas e ataques ao corpo de Maria Botelho Moniz.
Pimpinha Jardim tomou a palavra para defender a amiga de longa data, explicando os motivos das oscilações físicas que estiveram na origem dos comentários maldosos: “A Maria vem a dizer nesta entrevista, neste podcast, que teve algumas oscilações do peso, nomeadamente quando estava a fazer tratamentos de fertilização, e todas as mulheres que o fizeram sabem que isso acontece devido às hormonas”.
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A comentadora mostrou-se visivelmente indignada com os insultos gratuitos que a apresentadora tem recebido nas plataformas digitais, sublinhando: “A maldade com que as pessoas vão a uma fotografia, vão a uma notícia, vão às próprias redes sociais da Maria e fazem comentários, como, por exemplo ‘nojenta’, e a Maria vem a dizer: ‘Nojenta porquê? Porque eu não visto um 36?’. Nós estamos numa altura em que as pessoas perderam totalmente a noção, perderam a noção de como é que se está, acham que estão por trás de um teclado e que podem dizer tudo. Não podem!”.
Pedro Capitão concordou com a colega de painel e alertou para a pressão estética sufocante e contraditória imposta pela sociedade: “Porque ao mesmo tempo que te julgam e te apontam porque estás com excesso de peso ou porque não vestes o tamanho que é pedido por uma sociedade padrão, depois tu também já não podes ser sexy, já não podes usar um fato de banho, já não podes mostrar atrevida”. O ex-concorrente de reality shows destacou ainda o impacto psicológico destas atitudes: “Podes ter 99 comentários onde te estão a elogiar e a dizer-te os maiores louvores, mas se há um comentário que tem determinadas palavras que te tocam ali de certa forma numa fragilidade tua e numa ferida tua, é esse comentário que vai pesar mais”.
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António Leal e Silva também subscreveu as palavras dos colegas, lembrando que já comentou os visuais de Maria Botelho Moniz no passado, mas nunca o seu corpo. O comentador apontou o dedo à falta de educação nas redes sociais e criticou a postura de certas pessoas do meio televisivo que validam este tipo de comportamentos: “A mim o que me custa é pessoas que ocupam cargos, muitas vezes com visibilidade em programas de televisão e por aí adiante, destilarem tanto ódio, julgarem as outras pessoas, atacarem-nas de forma gratuita”.
No final do debate, o painel abordou ainda os títulos de algumas publicações. Pimpinha Jardim mostrou o seu desagrado com a expressão ‘Maria atrevida’ usada recentemente numa revista, apelando a um maior cuidado por parte da imprensa: “As pessoas que trabalham connosco têm que aprender também a respeitar-nos e perceber que este é o nosso trabalho e que não vale tudo. As pessoas dizem: ‘Ah, é o teu trabalho, estás exposta’. Ah, sim, mas a vulgaridade está na ordem do dia”.
A rematar, a comentadora deixou um apelo claro sobre o impacto da agressividade online: “As pessoas têm que começar a ter mais atenção e cuidado com as palavras que escrevem, porque as palavras fazem muito peso”.