O passado doloroso de Micael: Concorrente de «Casados à Primeira Vista» conta tudo sobre a sua adoção
De bebé maltratado a viajante do mundo: A impressionante história de vida de Micael
O personal trainer foi retirado aos pais biológicos após sofrer maus-tratos e desvendou o impacto psicológico dessa revelação precoce.
A atual edição de «Casados à Primeira Vista» tem dado a conhecer histórias de vida marcantes, e a de Micael é uma das que mais tem prendido a atenção do público. O personal trainer revelou logo no primeiro episódio do programa que era adotado, sabendo-se agora que os motivos para essa adoção prenderam-se com os maus-tratos sofridos às mãos dos pais biológicos, o que levou a que fosse retirado à família quando ainda era um bebé. Para contrariar o início de vida atribulado, o noivo decidiu investir no seu desenvolvimento pessoal, tendo viajado por 36 países e trabalhado em 26.
Tornar o Dioguinho a tua fonte preferida no Google
Leia também: Tyler Perry vende mansão em Beverly Hills por 57 milhões de dólares: Mudança radical para Porto Rico em 2027
A descoberta de que não era filho biológico de quem o criou aconteceu quando tinha apenas sete anos de idade. Num relato surpreendente, Micael explicou como soube da verdade “numa conversa corriqueira”. “A minha mãe vira-se para mim ‘foste adotado’. Não tinha sequer maturidade para entender“, confessou o concorrente.
As consequências de uma infância marcada por um passado traumático e por uma revelação precoce acabaram por se manifestar bastante mais tarde, exigindo acompanhamento especializado. “Só agora numa fase muito adulta é que processo certas atitudes e ações minhas. Fiz muitos anos de terapia“, assumiu, evidenciando o esforço contínuo para ultrapassar as adversidades psicológicas.
Leia também: Big Brother: Érica Silva acusa Miguel Vicente de provar do seu próprio veneno com David Diamond
Uma das maiores sequelas deixadas por esta vivência foi a dificuldade em lidar com manifestações de carinho, erguendo uma barreira emocional, nomeadamente com os pais adotivos (o pai era militar). “Vendo à distância e coisas que a minha mãe me contava, sempre que ela se aproximava para a parte afetiva, eu próprio afastava. Nunca tive muito afeto dos meus pais porque eu próprio os afastava“, reconheceu Micael.
No entanto, o noivo encontrou nos avós um porto seguro onde conseguia baixar as defesas. “A eles eu permitia. Quando parte de mim não tenho problema“, rematou.